"PORQUE EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE"


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Encontro

Ele não era um homem particularmente bonito, mas tinha uma sedução imbatível e inexplicável que ficava muito para além da aparência.
Ela, sim, era linda!
O sol estava a pique; abrasador. Era meio-dia.

O homem vinha de longe e ia de viagem para uma cidade mais ao norte, cansado de andar, com sede e com fome, propôs-se atravessar aquela terra para encurtar caminho e, ao passar junto a um poço, sentou-se.
Com um cântaro debaixo do braço, a mulher apareceu. Caminhava de forma ágil e formosa, com as sandálias penduradas numa das mãos e o cabelo descoberto. Estava completamente alheada do que a rodeava, somente entregue aos seus devaneios.
Essa era a hora improvável de encontrar alguém no poço; porém, para ela, o melhor momento, já que não era bem vista pelos vizinhos e evitava ter encontros desagradáveis.

Na altura em que levantou uma ponta da túnica e limpou o suor do rosto, apercebeu-se de que estava ali mais alguém. Achou estranho, olhou de lado e questionou-se se o calor estaria a transtorná-la (?).
Ora, não faltava mais nada, encontrar ali alguém, aquela hora. Apressou-se a compor a roupa e a calçar-se e, quando olhou melhor…, um homem.

Mau prenúncio!

Mas havia mais, a cor da pele dele não deixava dúvidas, pertencia ao povo que ostracizava os habitantes daquela cidade. Era melhor ignorá-lo...
O homem, com toda a gentileza, olhou-a de frente e disse-lhe: “Tenho sede, por favor dá-me de beber.”

Espanto!

A mulher esbugalhou os olhos, corou, engoliu em seco e, destemida, fixou-o: “Não podes estar bom da cabeça, então tu és do inimigo e pedes-me água?”
Ele sorriu. Aquele homem tinha poesia; o seu jeito de olhar parecia ler o íntimo de quem estivesse na sua presença. Com voz segura e suave, disse-lhe: “Se soubesses quem eu sou, eras tu que me pedias água. E sabes que mais? Eu dava-te água viva!”
Acendeu-se um brilho especial nos olhos dela e, também, sorrindo: “Uhm, estás a tentar ter graça, não vejo que tenhas aí um vaso para tirar a água do poço ou será que tens poderes?”
Ele levantou-se: “Não, não tenho um vaso, mas também não estou a falar desta água – e apontou para o poço, continuando pausadamente – porque, com esta, voltas a ter sede!”

E num passe de quase transfiguração, denunciou a desigualdade de linguagem entre eles: “A que eu dou apaga toda a sede, é como se crescesse na pessoa uma fonte eterna!”
A mulher, ainda mal refeita do que acabara de ouvir e um tanto receosa: “Bom, é mesmo disso que eu preciso. Vá, dá-me lá dessa água; para mim será um alívio pois nunca mais tenho que vir aqui.”

Parecia-lhe evidente que o homem queria conversa, mas, ao mesmo tempo, encontrava nele uma atitude singular. Estava ali, à distância de um passo, mas parecia estar noutra dimensão; dizia-se cansado, mas o seu aspecto era absolutamente tranquilo; olhava-a, mas parecia não ver a sua beleza física. Oh coisa surreal!…

Diz o homem: “Está bem, mas primeiro vai chamar o teu marido.” – ele sabia que a mulher tinha problemas de que precisava retratar-se.
Escondendo a vergonha, ela respondeu numa voz rápida e sussurrada: “Não tenho marido!”
Diz ele: “É verdade mulher, já tiveste cinco maridos, mas este homem com quem agora vives não chegou a casar contigo.”

Medo!

Por breves instantes, saltou-lhe à cabeça que aquele podia ser…, ou não, talvez não fosse. E daí, também não perdia nada, porque não arriscar (?): “Ah, já percebi, sabes tudo e tens essa forma de falar porque és profeta.”
Seguiu-se um diálogo confuso sobre: onde adorar, tradições, presunção da verdade, quem adorar, quem sabe mais que quem. Afinal, quem sabe o quê?
E a mulher, que não queria passar por ignorante, ripostou: “Eu sei, muito bem, que há-de vir o Messias e que é Ele que nos vai dizer tudo. Tim-tim por tim-tim!”
Sem deixar margem para dúvidas, o homem, com voz muito clara, exclamou: “EU O SOU! Eu próprio com quem estás a falar.”

Ela minguou, pestanejou, emudeceu e, caramba, por sorte chegaram ali outros homens que parecia conhecerem aquele e com quem ele se distraiu a conversar…
Devagar, pousou o cântaro ao lado do poço e afastou-se em silêncio. Depois, tomada de um novo animo, correu até à cidade e, ofegante, disse aqueles com quem se ia cruzando: “Venham, vocês nem imaginam o homem fantástico que encontrei. Ele sabe tudo da minha vida.” – ainda indecisa, interrogava-se a si mesma perguntando aos outros – “Será que é o Cristo?”
Logo, querendo certificar-se de que não eram fantasias da mulher, todos se apressaram porque cada um queria ser o primeiro a vê-lo e a ouvi-lo.

Dela, nunca se soube o nome. Simplesmente que era mulher e vivia em Samaria.
Ele, muito mais que um homem ou mesmo um profeta, era o Messias, chamado Cristo!

Nota: Podem encontrar este relato bíblico, em João 4: 1-30.

"Pois, para com as suas iniquidades, usarei misericórdia e
dos seus pecados jamais me lembrarei." - Hebreus 8: 12

sábado, 15 de janeiro de 2011

O Sonho de Luther King

“O espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque
o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos;
enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar
liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos” Isaías 61: 1

Pastor baptista, Martin Luther King Jr. faria hoje 82 anos, mas, porque teve “um sonho”, foi assassinado a 4 de Abril de 1968, aos 43 anos.
Em Outubro de 1964 tornou-se o mais jovem premiado com o Nobel da Paz.


Sobre a sua sepultura está colocada uma lápide onde se lê: “Finalmente livre, finalmente livre. Obrigado Deus Todo-Poderoso. Finalmente sou livre”.

«…
Digo-lhes hoje que, apesar das dificuldades e frustrações, eu ainda tenho um sonho…

Eu tenho o sonho de que um dia todo o vale será exaltado, todas as montanhas e encostas serão niveladas, os lugares ásperos tornar-se-ão lisos, os lugares tortuosos serão endireitados; e a glória do Senhor será revelada e todos os seres estarão juntos.

Esta, é a nossa esperança…
Com esta fé, seremos capazes de tirar da montanha do desespero uma pedra de esperança.
Com esta fé, poderemos transformar a selva da discórdia…, numa bela sinfonia de fraternidade.
Com esta fé, poderemos trabalhar juntos; orar juntos; lutar juntos; ir à prisão juntos…, sabendo que um dia seremos livres...
E, quando isto acontecer, permitiremos que a liberdade ressoe… e aceleraremos o dia em que, todos os filhos de Deus, homens pretos e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, com certeza poderão dar as mãos uns aos outros e cantar aquela velha canção dos escravos:

“Finalmente livres. Finalmente livres. Obrigado Deus Todo-Poderoso, nós somos finalmente livres!”»

(Excertos do final do discurso proferido em Washington a 28.08.63)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O Médico dos médicos


“E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e Ele os curava.” - Mateus 4: 24



Provavelmente alguns já conhecem este texto que circula na internet como: “Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010” (Pontifícia Universidade Católica do Paraná)
Desconheço o autor, mas acho o texto admirável e não quero deixar de aproveitar este espaço para o divulgar (os negritos e sublinhados são meus).

«Boa noite a todos!

Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!
Deus é esse médico, o Médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitectados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.

Que médico mais excelente poderia existir?
Deus é o primeiro Cirurgião da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.
Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.
Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!
Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro Pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”
Ele também é o maior Reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.
Jesus é o primeiro Oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.
Ele também é o primeiro Emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilhador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.
Ele é o melhor Otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor.
Psiquiatra da história, há mais de 2000 anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!
Deus também é o melhor Ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando Ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efectivo já relatado na história!
A primeira evidência científica sobre a hanseníase (lepra) está na Bíblia! E Jesus é o Dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.
Ele também é o primeiro Hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gasto todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.

Jesus é ainda, o maior Doador de Sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo (0 Rh-), ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que O recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário fazer nada, apenas crer e receber!
O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!
Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente gratuito de Deus é a vida eterna!
No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convénio, basta você querer e pedir! O tratamento que Ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!

O Médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente Dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exactamente o que você precisa para viver!
Ele é o único Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.
Seu nome é Jesus.

A este Médico seja hoje o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!»

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Desafio de Ano Novo

O começo de cada ano é o momento em que geralmente se fazem os balanços e planeiam novas metas. Muitos de nós, aproveitamos esta altura para repensar o nosso deve e haver; o que correu bem e o correu mal; o que fizemos e o que podíamos ter feito.
Nesta perspectiva, podemos também apurar onde esteve e onde vai ficar Deus na nossa vida.
Para reflexão sobre o assunto, eu gosto da mensagem transmitida em Deuteronómio 6, de forma especial os versículos 4 a 9. Por favor leiam nas vossas Bíblias ou, se quiserem, no final deste texto.

Os vs. 4 e 5 dão-nos a razão para um bom relacionamento com Deus – o grande mandamento – neles é retirada a frieza do primeiro mandamento do decálogo (“Não terás outros deuses” Êxodo 20: 1) e é-lhe dada uma roupagem nova que o adoça “Amor”.
O amor é o sentimento mais avassalador, arrisco mesmo em dizer que dele dependem todos os outros; logo, tem de ser bem cuidado e bem direccionado. E, não nos enganemos, ter outros senhores não se confina à adoração de imagens. Pode ser o dinheiro, a fama, um vício qualquer, uma figura pública, sei lá, pode ser tanta coisa...

Nos vs. 6 e 7, é-nos mostrado como devemos lidar com esta realidade e ordem, ou seja, amar a Deus é algo transcendente que não deve depender só do ensino elementar ou da emoção ocasional, ele tem de permanecer no nosso coração, estar presente na nossa casa, ser parte da educação dos nossos filhos e, ainda, não ser escondido aos de fora. Quando? Sempre, do início ao fim de cada dia.

Por isso, nos vs. 8 e 9, somos advertidos a ter sempre presente a Palavra de Deus e é-nos indicado que ela deve estar na mão, entre os olhos e nos umbrais da porta.
Os judeus da altura levaram estas ideias tão à letra que começaram a utilizar pequenos textos da lei em caixinhas de couro, chamadas filactérios, que colocavam no braço esquerdo e na testa (costume ainda hoje utilizado em ocasiões especiais) e outras, chamadas mezuzas, que fixavam na ombreira da porta da casa.
Porém, estou convicta que a vontade de Deus é que a Palavra faça parte da nossa natureza e seja praticada segundo o espírito. Então, o que é que Deus queria dizer? Aprofundando o assunto, tirei as seguintes ideias:

Na MÃO (prática: amarrado com tiras de couro desde a mão esquerda, ficando o filactério no lado interno do braço, junto ao coração) – talvez lembrando que devemos ter corações disponíveis para guardar a Palavra e amar a Deus:
“Bem aventurados os que guardam as suas prescrições e O buscam de todo o coração.” – Salmo 119: 2

ENTRE OS OLHOS (prática: amarrado com tiras de couro, ficando o filactério na testa) – ora sendo na parte frontal da cabeça que é processada toda a informação e se formam os conceitos, parece-me estar presente a um apelo à cognição e à sabedoria, de modo a que a Palavra fique na nossa mente e a apliquemos com inteligência tendo como fim uma vida segundo a vontade de Deus:
“Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento.” - Provérbios 3:13

Nas UMBREIRAS DA PORTA (prática: colocado fora no lado direito de quem entra na porta e à altura do ombro) – sem dúvida, exposto à visão e opinião pública, creio que é um alerta ao cuidado a ter com as nossas atitudes e palavras para que tenhamos um testemunho que enalteça a pessoa do nosso Deus:
“Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós.” – Tito 2: 7-8

Para finalizar, gostava de lembrar que:

1- Nós sem Deus, não somos nada, mas Ele sem nós, continua a ser Deus!
“E o Senhor nos ordenou que cumpríssemos todos estes estatutos, que temêssemos ao Senhor nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje.” – v. 24

2- Quando não estamos do lado certo, a nossa vida pode ter alguns êxitos, mas não temos bênçãos.
“E farás o que é recto e bom aos olhos do Senhor, para que bem te suceda, e entres, e possuas a boa terra, a qual o Senhor jurou dar a teus pais.” – v. 18

GRANDE DESAFIO PARA 2011

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TEXTO BÍBLICO:
“4 Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. 5 Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.
6 Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração; 7 tu as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te.
8 Também as atarás como sinal na tua mão e te serão por frontal entre os teus olhos. 9 E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Votos de Ano Novo

No início de 2010 enviei aos meus amigos (nos quais me incluía) a seguinte mensagem de votos:

“Tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em acção, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai” – Colossenses 3: 17

É meu desejo e oração que em 2010 Deus vos conceda o suficiente; que possam manter a chama da fé sempre acesa; e que sintam o amor que tenho, diferente e especial, por cada um de vós. Shalom!

Nesta passagem de ano, venho prestar contas:

Tive paz com Deus; em nada me senti envergonhada, mesmo quando ofendida; não enriqueci, não me faltou o essencial, nem devo nada a ninguém; amei e fui amada; tomei decisões que me têm dado muita satisfação; a saúde foi equilibrada; disse e fiz aquilo que o coração mandou e a razão aprovou; o que não disse ou fiz, talvez não fosse importante ou oportuno e por isso Deus controlou; retratei-me naquilo que percebi ter feito mal; não foi tudo extraordinário, mas o óptimo é inimigo do bom e Deus deu-me a capacidade de olhar para as dificuldades e retirar delas ensinamento.

Enfim, tal como desejei, tive o suficiente. Deus seja louvado!

E, como parece que os tempos são maus, mantenho para 2011 os mesmos votos:
Que em paciência, amor, paz, saúde, dinheiro, valores morais e espirituais, em tudo… Deus vos (nos) conceda o suficiente!

“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim. Novas são cada manhã; grande é a Tua fidelidade.
A minha porção é o Senhor, diz a minha alma;
portanto esperarei n’Ele.” - Lamentações 3: 22-24

SHALOM!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Noite Santa



“Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.
E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo. Pois, na cidade de David, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” - Lucas 2: 8-11

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Verbo

João 1: 1-5, 9-14
Este é, para mim, o mais belo relato bíblico acerca do nascimento de Cristo


“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez.
N’Ele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.

Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não O conheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não O receberam.
Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.”

sábado, 11 de dezembro de 2010

Natal sem Palavras

Aparentemente está quase tudo dito acerca do Natal. Hoje em dia, seja para protestar acerca do custo de vida, seja para enfatizar as festas, não há editorial, programa ou entrevista onde não se comente o Natal das crianças, da família, das prendas, das férias e da culinária.
Uma ou outra vez, há quem refira que a data comemora o nascimento do Filho de Deus.
E depois, há coisas que não se dizem e que muitos querem ignorar...
“Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.” – Lucas 2: 14

sábado, 4 de dezembro de 2010

O Presépio

As minhas crianças, que sabem acerca do Natal o suficiente para os seus quatro anos, passam o tempo à volta do presépio.
E, lá vão fazendo as suas perguntas: “O Jesus tinha frio?”; “A ovelhinha era do Jesus?”; “Porque é que a casa deles não tinha paredes?”; “Ó avó, a roupa do Jesus era de palha?”


Bom, o que eles ainda não podem entender é o exemplo de um homem e uma mulher extraordinários que para muita gente não são mais que meras figuras de presépio, mas sem os quais não haveria Natal – Maria e José.

Lucas 1: 26-38 – Maria sabe que vai ser mãe

O relato diz que ela ficou perturbada com a visita do anjo e a mensagem que ele trouxe.
Claro, Maria era virgem, nunca tivera relacionamento físico e, como se não bastasse, era desposada (promessa inviolável de compromisso, feita antes do casal coabitar). Tudo obstáculos para poder ser mãe…
Mas ela não recusou a ideia, com imensas dúvidas que a deixavam confusa, simplesmente questionou: como?
Depois, quando ficou a saber que era obra do poder de Deus, aceitou o arriscado privilégio sem temer as consequências que, em condições normais, a levariam a ser punida pela lei (Deuteronómio 22: 23-24).

“Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor;
cumpra-se em mim segundo a tua palavra...” – v. 38

Oh mulheres, mas que grande lição. Nós que vivemos numa sociedade de certezas e independência, que dispomos de recursos artificiais para concebermos, que temos ao dispor os mais variados métodos e meios para evitar os filhos, se fossemos confrontadas com uma situação igual à de Maria entrávamos em pânico. Talvez negássemos conhecer o Deus que nos fazia passar por tamanha vergonha e, se não houvesse uma saída minimamente credível para os outros, arranjávamos uma depressão.

Maria é um exemplo de serviço e lança-nos um desafio – que aceitemos a vontade de Deus, disponibilizando-nos para desempenhar qualquer trabalho, sem sentimentos de retracção ou de temor.

Mateus 1: 18-25 – José sabe que Maria vai ser mãe

José quando soube da gravidez de Maria ficou perplexo. Como não ficar? De certo, pensou que ela quebrara o compromisso que tinham.
Mas ele era um homem bom que, com certeza, mantinha uma boa relação com Deus e respeitava Maria. Só isso o podia levar a não querer difamá-la, nem condenar; não obstante, também não podia aceitar essa situação indigna por isso, após o impacto da notícia, pensou deixá-la sem dizer nada a ninguém.
Contudo, Deus revelou-lhe o seu propósito, incentivando-o a ultrapassar os preconceitos e as dúvidas.
E assim, José não só recebeu Maria como esposa (em sua casa), como respeitou aquela concepção tão especial e a preservou de ter relações até o bebé nascer.

“E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogénito;
e pôs-lhe por nome Jesus.” – v. 25

Homens, a conversa agora é com vocês. O que fariam nestas circunstâncias? Deixem-me imaginar a dificuldade. Tudo o que possa lesar a vossa “masculinidade” e honra é tão adverso que o caminho mais fácil seria a limpeza da imagem com a incriminação da mulher.
Talvez fizessem com que ela fosse mal falada, talvez num ataque passional a matassem e, o mais provável, negariam o amor e justiça de Deus por não ter pudor em vos fazer passar pelo enxovalho da traição.

José é um exemplo de disponibilidade e lança um apelo - que deixemos Deus nos usar, quando e nas circunstâncias que Ele quiser, independentemente das nossas próprias dúvidas ou razões.

Na verdade, este é o Natal de Cristo a acontecer no coração dos homens, a transformar mentalidades e a permitir abandonarmos a nossa vida ao controlo divino!

domingo, 28 de novembro de 2010

A Árvore de Natal



Já se deu início à época em que, tradicionalmente, se comemora o Natal de Cristo.

Ontem fizemos a decoração da árvore. As crianças estavam entusiasmadas por poderem participar neste delicado trabalho. Depois, foi a cor, as luzes, o brilho, os risos encantadores, as perguntas, enfim, magia...


Quisera Senhor, neste Natal, armar uma árvore
dentro do meu coração e nela pendurar em vez de
presentes, os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e de perto; os antigos e
os mais recentes; os que vejo a cada dia e os
que raramente encontro; os sempre lembrados
e os que às vezes ficam esquecidos;
os constantes e os intermitentes; os
das horas difíceis e os das horas alegres;
os que sem querer eu magoei, ou,
sem querer me magoaram; aqueles a quem
conheço profundamente e aqueles que não me
são conhecidos, a não ser nas aparências; os que
pouco me devem e aqueles a quem muito devo; meus
amigos humildes e meus amigos importantes. Os nomes
de todos os que já passaram pela minha vida.

Uma árvore
de muitas raízes muito profundas para que seus nomes nunca
mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos,
para que novos nomes vindos de todas as partes, venham
juntar-se aos existentes. De sombras muito agradáveis
para que nossa amizade, seja um aumento de repouso nas lutas
da vida.

(Autor desconhecido)

Desejo a todos que esta época seja repleta de bênçãos de amor e paz!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Estou Apaixonada!


Oh, nem imaginam como isto é rigorosamente verdade.
E ainda há quem diga que a paixão é efémera ou que os velhos já não têm sentimentos arrebatadores; pois eu digo-vos, quanto mais velha mais apaixonada me sinto.
Agora está na moda fazer-se este tipo de declarações nas redes sociais; eu quero muito compartilhar este estado de graça, porque não fazê-lo aqui?

Primeiro que tudo, quero deixar claro que acho que o amor verdadeiro não subsiste sem paixão. Pode haver algum companheirismo, afecto, habituação ou qualquer outra coisa que lhe queiram chamar, mas amor?
A paixão é o lado arrebatador, louco e exaltado dum relacionamento de amor, eles complementam-se, e eu tenho muito prazer nisso!

Reparem naquela extraordinária declaração que Paulo fez em Filipenses 1: 20-24

"Segundo a minha ardente expectativa e esperança, de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, Cristo será, tanto agora como sempre, engrandecido no meu corpo, seja pela vida, seja pela morte.
Porquanto, para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro.
Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei-de escolher. Ora, de um e outro lado estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne."

Isto é estar completamente apaixonado... e eu gosto!
Deus tem um propósito para cada um de nós e, quando estamos apaixonados, o que mais queremos é agradar ao nosso amor. Ora, Cristo conquistou Paulo (3: 12) e também me conquistou a mim, cada dia que passa me sinto mais íntima e cúmplice de Cristo, segura de querer sempre viver o Evangelho.

Ter alegria e paz é possível e faz parte da nossa realização mesmo quando a vida não corre bem, porque não estamos a falar da alegria em nós próprios, ou da alegria do mundo, mas da alegria em Alguém especial.
O que Ele pode fazer na nossa vida, é simplesmente admirável...
Eu aprendi a transformar as pedras de tropeço em experiências de vida, para minha consagração e bênção dos outros, porque a minha chave está entregue a esse homem chamado Cristo!

Eu estou apaixonada! E tu?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Dai-lhes vós de Comer

Sou de opinião que todos nós, especialmente os crentes em Cristo, temos responsabilidades sobre os outros, não só de carácter espiritual, mas também sociais e morais. O zelo missionário de vertente social começou por isso mesmo; daí a igreja primitiva ter organizado um grupo de crentes que desempenhava funções de suprimento das carências dos outros (Actos 6: 1-7).

Há uns 25 anos, quando era professora de crianças dos 6 aos 9 anos na Escola Bíblica Dominical, fui confrontada com uma situação inesquecível.
Tendo em vista o compromisso futuro de cada criança, comecei a esquematizar uma lição sobre o que é necessário para sermos habitação de Deus, pensando em I Coríntios 3: 16-17 (noutra ocasião voltarei para falar acerca destes versículos).
Então, depois de imaginar a dinâmica que podia dar à lição, peguei numa enorme cartolina onde fiz colagens e desenhos alusivos ao tema e legendei com dicas sobre os cuidados a ter com o corpo.



Como modelo, coloquei um recorte do Vitinho, aquele simpático e alegre “menino” de hábitos saudáveis que todas as crianças conheciam por ser imagem duma papa infantil e desenho animado.
E, no dia dessa lição, com auxílio do dito cartaz, expliquei que Deus cuida de nós, porque nos criou e nos ama, mas que também quer que as pessoas sejam cuidadosas. Detalhadamente, falei de higiene, alimentação, habitação, tempos livres, escola, relacionamentos, educação e de como devemos amar e louvar a Deus.

Terminada a lição, uma menina que, muito recentemente, ia à classe acompanhada por dois irmãos mais novos disse-me: "Mimi, eu e os meus irmãos, não podemos tomar banho, nem beber leite, nem comer fruta porque nós somos pobres".
Foi como se tivesse levado um murro… recuperada da abordagem, conversei com a menina o suficiente para perceber que pertencia a uma família disfuncional; pai alcoólico, mãe inactiva, mais 2 irmãos bebés e outro mais velho que ela (ao todo 6 crianças).
No Domingo seguinte, levei fruta, leite, queijo, bolachas e papa e propus-me acompanhá-los a casa depois do culto.
Fiquei em estado de choque. Viviam no rés-do-chão de um prédio devoluto na zona do Saldanha, escuro, húmido, sujo, fétido, com amontoados onde não se distinguia o lixo do aproveitável. A mãe, apática, não disse muitas palavras; o pai já tinha saído e não sabiam a hora a que voltava; o mais bebé estava doente.
Durante alguns domingos, já com apoio da igreja, fui entregar alimentos e roupas tentando minimizar as carências dos meninos. O cenário foi sempre igual; nunca vi o pai; a mãe não se mostrou interessada na mensagem do Evangelho, como nunca se mostrou interessada ou agradecida nas coisas que eu levava.
Num dia em que as crianças não apareceram na classe, fui a casa e já não moravam lá. Não haviam vizinhos a quem perguntar pelo paradeiro. Nunca mais os vi…

Sobrou o mais importante. O facto de um dia aqueles meninos terem ouvido falar de Cristo e terem conhecido o Seu amor!
Quem dera que hoje lhes pudesse dizer:

“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste
e de que foste inteirado,
sabendo de quem o aprendeste.” – II Timóteo 3: 14

sábado, 6 de novembro de 2010

Aquilo que o Espelho diz

Todos nós, pelo menos uma vez ao dia, olhamos para um espelho. É assim que temos consciência da nossa aparência, mas, na verdade, nem sempre gostamos muito daquilo que o espelho diz.


Na Bíblia, os salvos, são referidos como sendo espelho da glória de Deus:

“Mas todos nós, com rosto descoberto, reflectindo como um espelho a glória do Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor.” – II Coríntios 3: 18

Eu gosto disso, mas é uma responsabilidade e tanto…
Vejamos qual o rigor que se pretende de um espelho e, o que é isso em nós, de forma a reflectirmos a glória de Deus:

1º - estar descoberto, sem embaciamento ou véu que se coloque entre a imagem e o espelho – é estar em comunhão com Deus;

2º - estar limpo, sem pó, ou manchas, que retirem nitidez à imagem reflectida – é ter o nosso ser interior sem mal e em paz;

3º - estar bem posicionado e fixo, para não desfocar a visão – é ser verdadeiro naquilo que mostramos aos outros.

Ora, quando recebemos Cristo, o Espírito Santo passa a morar em nós e capacita-nos com as ferramentas necessárias para reflectirmos a glória do Pai, saber usá-las é irmos progredindo no processo de transformação, de vitória em vitória, até à perfeição de Cristo.
Isso é santificação!

Não nos basta usar o rótulo de “cristão”; nós temos de experimentar a semelhança e reflectir o coração de Deus.

“Sede pois imitadores de Deus, como filhos amados”
Efésios 5: 1

É caso para questionarmos: Afinal, o que é que diz o espelho que eu sou?

domingo, 31 de outubro de 2010

O Hino da Reforma

Hoje, quando decorrem 493 anos da “Reforma Protestante” e em homenagem a Martinho Lutero, lembremos, de sua autoria, aquele que é um dos melhores hinos evangélicos.

SALMO 46
"Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã.
Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu.
O SENHOR dos Exércitos está connosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
Vinde, contemplai as obras do SENHOR; que desolações tem feito na terra!
Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
O SENHOR dos Exércitos está connosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)"

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Alegria - Paciência - Perseverança

Eu tinha 20 anos e estava acabadinha de sair de duas enormes desilusões, quando conheci a Oma (avó em holandês). Era uma velhinha linda e doce com mais de 80 anos. Diversas vezes fiz com ela a leitura da Bíblia, cada uma na sua língua (ela não sabia português, nem eu holandês), depois orávamos silenciosamente. Durante o chá, conversávamos com o olhar, um ou outro gesto e muitos sorrisos.

Entretanto, o nosso relacionamento foi quase um “olá e adeus” porque, dois ou três meses depois de nos termos conhecido, no Lar de Crianças onde eu estava a colaborar e ela estava de visita, a querida velhinha voltou para o seu país. Foi de lá que recebi um postal muito simples, do qual, durante algum tempo, só percebi Romanos 12: 12.


“Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração.”


Não sei como se chamava, aliás, até no postal assinou: Oma.
E ela, nunca soube o quanto foi importante para mim e que este se tornou num dos meus versículos favoritos.

Esperança - Tribulação - Oração

1 – Ninguém gosta de esperar, nem mesmo os que mais se atrasam e quando se fala em esperança o clima é, invariavelmente, de incerteza. No entanto, neste versículo, há um convite à alegria porque esta não é uma esperança qualquer, ela refere-se às promessas do Senhor.
Então se, tendo recebido a salvação, esperamos a vinda do Senhor Jesus Cristo e a nossa entrada na glória do Pai, como é que o nosso espírito não há-de ser conduzido à alegria?

2 – Tenho a certeza que todos nós gostaríamos de apagar as tribulações da nossa vida (tristezas, dificuldades, doenças, desilusões, aquela dor inexplicável). Mas a recomendação aqui deixada aos crentes é para serem pacientes.
É que todas e quaisquer tribulações terminam com a morte física, porém, nós continuamos. Na verdade, as adversidades são coisa menor, quando comparadas ao socorro divino ou às bênçãos trazidas pela paciência.

3 – Sucesso é algo de que todo o ser humano gosta, mesmo em relação às respostas de Deus, mas para o alcançar não podemos cruzar os braços, esmorecer ou adiar; ao contrário, devemos ser activos, confiantes e persistentes. Talvez por isso sejamos desafiados a perseverar na oração.
Então, sem calendarização e sustentados pela fé, podemos ficar perante o Senhor recebendo força e sabedoria para permanecermos firmes enquanto estivermos no mundo, isso é perseverança!

Estes três aspectos, além de importantes, interligam-se. Se temos alegria na esperança, tornamo-nos pacientes nas tribulações e isso leva-nos a perseverar na oração que por sua vez reforçará a esperança e dará poder para enfrentar as tribulações.