"PORQUE EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE"


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Como Consertar o Mundo

Durante algum tempo, circulou na internet uma fábula, sem identificação do autor, que achei conter uma moral que todos devíamos adoptar.
A história é assim:

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e, querendo encontrar uma solução para os minorar, passava muito tempo no seu gabinete a  estudar o assunto.
Certo dia, o seu filho de sete anos, entrou no gabinete e o cientista, para o entreter, pegou num velho planisfério, cortou-o em muitos pedaços (tipo puzzle) e depois deu-o ao menino, junto com um rolo de fita-cola, para que ele reconstruísse o mapa.
Esta era uma forma de entreter a criança e poder continuar os seus estudos.
Uma hora depois, o menino gritou alegremente:
- Pai, já acabei!
E, para espanto do cientista, o mapa estava ordenado correctamente...
- Muito bem, mas como é que tu conseguiste?
- Foi fácil, eu não sabia como era o mundo, mas quando tu estavas a cortar o papel, eu vi que do outro lado estava a figura de um homem. Como tentei reconstruir o mundo e não consegui, lembrei-me do homem, que sei muito bem como é, e comecei a formá-lo de novo. Quando consegui consertar o homem e colar os pedaços, virei o papel e vi que o mundo estava perfeito.



Partindo do princípio de que isto podia muito bem acontecer, temos de reconhecer que as crianças são exímias a dar lições de vida, mesmo quando isso é fruto da sua inocência e simplicidade.
Moral da história: para minorar os problemas do mundo, tem que começar por se renovar o homem.




Faz lembrar o episódio de Nicodemos (João 3: 1-7), quando Jesus lhe disse: “Necessário vos é nascer de novo!. É a demonstração de que o mais importante é restaurar o homem.
Depois, as palavras do Mestre no Sermão da Montanha (Mateus 5: 14-16) quando disse: “Vós sois a luz do mundo!”. Ao contrário do que muitas vezes pretendemos, não é o mundo que tem de nos dar ferramentas de reparação, somos nós que temos de ser obreiros da correcção do mundo.
Logo, começa em cada um de nós, não nos moldarmos àquilo que o mundo é, apresenta e dá, mas renovarmo-nos e melhorarmos o nosso entendimento sobre o que Deus quer que sejamos e façamos, tal como dizem as Escrituras:

“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12: 2

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Namorar

DEDUÇÕES


Não acabarão nunca com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente.

(Vladimir Maiakóvski)


Podemos dizer que o termo “namorar” pertence aos tempos modernos. O conceito também. Em Portugal, até a comemoração do Dia dos Namorados é recente.
Na Bíblia, por exemplo, não encontramos a palavra namorar ou outra dela derivada. Não faz mal, o termo existe e a prática também. Falemos disso…

Ora, digo eu que, independentemente da terminologia, qualquer relacionamento romântico requer prudência, respeito, fidelidade e lealdade. Não obsta que possa haver uma ruptura, já que se trata de uma fase de conhecimento para (ou não) consolidação da afectividade, mas tem de ser, sempre, um assunto levado a sério.

Nos tempos bíblicos e segundo o costume da época, a maioria dos casamentos eram arranjados pelos pais. Não havia um período de contacto durante o estado anterior ao casamento; mas, havia compromisso.
Aliás, o namoro não existiu até o início do século XX, quando, apesar de já ser de escolha e/ou consentimento das partes, era muito protegido e vigiado pela família. Eram os célebres namoros da janela para a rua; posteriormente, em casa com alguém da família por perto, em espaço e tempo limitados. Dizia-se então que “A” estava prometida(o) a “B”… O assunto era levado a sério!
Claro que desde sempre houve comportamentos desviantes do padrão. A diferença é que, nos nossos dias, o desvio dá-se quando os jovens querem ter um relacionamento de construção e compromisso, sem leviandade. Talvez por isso, até as palavras “namoro” e “compromisso” começam a estar fora de moda; agora os jovens “ficam” ou “estão”, é uma aventura, é passageiro, é descartável e, independentemente do tempo que a relação dura, permitem-se as mais levianas liberdades. Perdeu-se o encanto e o respeito. Perdeu-se até a ideia de projecção para o futuro.
Obviamente que valem as excepções, mas infelizmente só são notadas como confirmação da regra.

Verdadeiramente, acho que este é um daqueles casos em que a virtude está no meio. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Ou seja, acho desejável que a escolha seja pessoal e sem interesse material, mas a prática requer seriedade e compromisso.
Quanto à palavra, até que não está mal; ela encerra uma outra que deve ser a essência dum bom relacionamento - n”AMOR”ar.
E, que tal incluir Deus na escolha e na relação?

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” - I Coríntios 13: 4-7

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Dois é Melhor que Um





Suave Caminho






Assim. Ambos assim no mesmo passo
iremos percorrendo a mesma estrada.
Tu no meu braço trémula, amparada;
eu amparado no teu lindo braço.

Ligados nesse arrimo embora escasso,
venceremos as urzes da jornada...
e tu te sentirás menos cansada
e eu menos sentirei o meu cansaço.

E assim ligados pelos bens supremos
que para mim o teu carinho trouxe,
placidamente pela vida iremos.

Calcando mágoas, arrastando espinhos,
como se a subida desta vida fosse
o mais suave de todos os caminhos.

Mário Pederneiras (1867 - 1915)
Colectânea Poética - Sonetos Pouso Alegre


Conforme dizem as Escrituras:

"Melhor é serem dois do que um, porque têm
melhor paga do seu trabalho.
Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai do que estiver só, pois,
caindo, não haverá outro que o levante.
Também, se dois dormirem juntos, eles se aquecerão;
mas um só como se aquecerá?
E, se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; e o cordão de três dobras
não se quebra tão depressa." - Eclesiastes 4: 9-12

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mais que Vencedores

NICHOLAS JAMES VUJICIC é um jovem de 28 anos, nascido em Melbourne, na Austrália, a 4 de Dezembro de 1982. Ele foi o primogénito de um pastor evangélico (actualmennte com mais 2 filhos) e é portador duma doença rara, a tetra-amelia. Ou seja, não tem braços (desde a altura dos ombros), nem pernas (tem dois pequenos pés, com dois dedos no esquerdo).

Aos 8 anos pensou matar-se;
Aos 15, dedicou a sua vida a Cristo e entendeu que tinha como missão ajudar outras pessoas e falar do poder de Deus;
Aos 17 começou a dar mensagens no seu grupo de oração e fundou a “Life Without Limbs” (Vida sem Membros), uma organização sem fins lucrativos, para ajuda social e espiritual de deficientes;
E, aos 21, após ter terminado a universidade (tem 2 licenciaturas - Contabilidade e Planeamento Financeiro), começou a viajar, tendo já visitado mais de 20 países onde dá palestras de motivação e inspiração, em congregações cristãs, escolas, empresas e estádios.

Mas, nada melhor que ouvir o seu próprio testemunho, numa entrevista à CBN - The Christian Broadcasting Network a 29.06.2009 (parem o vídeo as vezes necessárias de modo a assimilarem todo o testemunho).



“Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio d’Aquele que nos amou.” Romanos 8: 37

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Água Viva

De forma espontânea, sempre que leio, imagino as cenas, e gosto disso. Na postagem anterior descrevi a forma como vejo o relato bíblico acerca da mulher samaritana.
Porém, o mais importante é esmiuçar o texto e dele retirar ensinamento. Por isso, voltemos a João 4, alargando a leitura até ao versículo 42.


Quando Jesus decidiu passar por Samaria, sem dúvida, infringiu a lei, mas a verdade é que, enquanto Deus, Ele sabia que ia encontrar aquela mulher e que, através desse contacto, podia salvar muitas pessoas.
Enquanto homem, o encontro foi puramente incidental pois Jesus nada tinha a fazer ali se não encurtar caminho para a Galileia.
Na prática, acabou por ser uma viagem evangelística, não agendada, que seguiu o rumo que Ele viria a ordenar antes de subir aos céus (Actos 1: 8).

Depois de Jesus e os discípulos terem caminhado cerca de 100 km, o cansaço, a fome e a sede eram algo natural e evidente. Daí os discípulos se terem afastado para irem comprar comer (v. 8).
No entanto, também podemos constatar uma influência providencial, porque este encontro de Jesus com a mulher teria sido prejudicado por preconceitos, perguntas e comentários se os discípulos estivessem presentes.

A mulher de Samaria tinha tudo contra ela, mas foi quando se encontrou com Jesus que os contrastes se acentuaram, vejamos:
      Ele puro (Deus) - ela impura (pecadora);
      Ele homem - ela mulher (era hábito aos homens evitarem falar com mulheres na rua);
      Ele judeu - ela samaritana (povos inimigos);
      Ele com completo conhecimento acerca da mulher - ela sem saber quem Ele era.
Todos nós somos diferentes uns dos outros, mas é quando comparados ao Mestre, que os contrastes são potenciados.
A boa notícia é que, quando nos pomos ao seu dispor, acontece a transformação e as diferenças vão-se reduzindo.

Por isso, foi também nessa altura que se dissiparam as distâncias, atenuaram as diferenças e se desenrolou o diálogo da transformação:
      Vs. 7 e 10 – Jesus, homem, teve sede e pediu água à samaritana - Jesus, Deus, inverteu a situação e passou da sua necessidade física à necessidade espiritual da mulher;
      Vs. 12 a 14 – A mulher sabia que aquele poço tinha água viva (leia-se potável), um bem essencial à sobrevivência física - Jesus estava a oferecer-se a si próprio, a verdadeira Água Viva, absolutamente pura e espiritualmente purificadora;
      Vs. 15 a 18 – A samaritana pensava em termos materiais - Jesus levou-a a reconhecer e a confessar o seu estado espiritual (moral e social);
      Vs. 19, 25 e 26 – Ela vendo em Jesus características especiais, julgou que era um profeta - Jesus, oportunamente, colocou à mulher a condição de que O reconhecesse na sua essência;
      Vs. 20 a 24 – A mulher apresentou todo o conhecimento religioso que tinha - Jesus deu-lhe uma lição de teologia;
      Vs. 16, 28 e 29 – Jesus, enviou a mulher como mensageira da Boa Nova - Ela, já sem problemas em contactar com as outras pessoas, não hesitou em transmitir tudo quanto tinha ouvido.
Com certeza, ainda muito houve a transformar na vida da samaritana, mas o essencial estava feito.
Aqui se demonstra a identidade dos crentes em Cristo, porque a salvação não é um dístico ou um hábito que se acrescenta à nossa existência; é, sim, uma mudança de paradigma de vida. Pois só experimentando e amadurecendo a transformação em nós é que podemos crescer na nossa salvação.

Ainda acerca desta passagem de Jesus por Samaria, podemos verificar que:
      1- Jesus, quando instado pelos discípulos para que comesse - e Ele tinha fome -, sabia que essa não era a necessidade prioritária (vs. 31 a 34), por isso, respondeu que o seu alimento "é fazer a vontade do Pai".
Grande ensinamento para nós que muitas vezes vemos os campos brancos para a ceifa, mas temos a presunção de querer esperar pelo nosso tempo (v. 35) para realizar a obra do Senhor.
      2- Após a mensagem entregue pela mulher (v. 39), aquela gente quis beber na fonte (v. 40) e, ouvindo o Salvador, creram (vs. 41 e 42).
Não deixemos de fazer o trabalho a que somos chamados, mas não para receber os louros da colheita porque a verdadeira conversão advém do contacto pessoal com Cristo. A fé tem de ser experimentada, porque é dessa forma que permanecemos em Cristo.

"Jardins Bíblicos em Jerusalém"
Réplica do poço de Jacó em Sicar
“Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva.” – João 7: 37-38

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Encontro

Ele não era um homem particularmente bonito, mas tinha uma sedução imbatível e inexplicável que ficava muito para além da aparência.
Ela, sim, era linda!
O sol estava a pique; abrasador. Era meio-dia.

O homem vinha de longe e ia de viagem para uma cidade mais ao norte, cansado de andar, com sede e com fome, propôs-se atravessar aquela terra para encurtar caminho e, ao passar junto a um poço, sentou-se.
Com um cântaro debaixo do braço, a mulher apareceu. Caminhava de forma ágil e formosa, com as sandálias penduradas numa das mãos e o cabelo descoberto. Estava completamente alheada do que a rodeava, somente entregue aos seus devaneios.
Essa era a hora improvável de encontrar alguém no poço; porém, para ela, o melhor momento, já que não era bem vista pelos vizinhos e evitava ter encontros desagradáveis.

Na altura em que levantou uma ponta da túnica e limpou o suor do rosto, apercebeu-se de que estava ali mais alguém. Achou estranho, olhou de lado e questionou-se se o calor estaria a transtorná-la (?).
Ora, não faltava mais nada, encontrar ali alguém, aquela hora. Apressou-se a compor a roupa e a calçar-se e, quando olhou melhor…, um homem.

Mau prenúncio!

Mas havia mais, a cor da pele dele não deixava dúvidas, pertencia ao povo que ostracizava os habitantes daquela cidade. Era melhor ignorá-lo...
O homem, com toda a gentileza, olhou-a de frente e disse-lhe: “Tenho sede, por favor dá-me de beber.”

Espanto!

A mulher esbugalhou os olhos, corou, engoliu em seco e, destemida, fixou-o: “Não podes estar bom da cabeça, então tu és do inimigo e pedes-me água?”
Ele sorriu. Aquele homem tinha poesia; o seu jeito de olhar parecia ler o íntimo de quem estivesse na sua presença. Com voz segura e suave, disse-lhe: “Se soubesses quem eu sou, eras tu que me pedias água. E sabes que mais? Eu dava-te água viva!”
Acendeu-se um brilho especial nos olhos dela e, também, sorrindo: “Uhm, estás a tentar ter graça, não vejo que tenhas aí um vaso para tirar a água do poço ou será que tens poderes?”
Ele levantou-se: “Não, não tenho um vaso, mas também não estou a falar desta água – e apontou para o poço, continuando pausadamente – porque, com esta, voltas a ter sede!”

E num passe de quase transfiguração, denunciou a desigualdade de linguagem entre eles: “A que eu dou apaga toda a sede, é como se crescesse na pessoa uma fonte eterna!”
A mulher, ainda mal refeita do que acabara de ouvir e um tanto receosa: “Bom, é mesmo disso que eu preciso. Vá, dá-me lá dessa água; para mim será um alívio pois nunca mais tenho que vir aqui.”

Parecia-lhe evidente que o homem queria conversa, mas, ao mesmo tempo, encontrava nele uma atitude singular. Estava ali, à distância de um passo, mas parecia estar noutra dimensão; dizia-se cansado, mas o seu aspecto era absolutamente tranquilo; olhava-a, mas parecia não ver a sua beleza física. Oh coisa surreal!…

Diz o homem: “Está bem, mas primeiro vai chamar o teu marido.” – ele sabia que a mulher tinha problemas de que precisava retratar-se.
Escondendo a vergonha, ela respondeu numa voz rápida e sussurrada: “Não tenho marido!”
Diz ele: “É verdade mulher, já tiveste cinco maridos, mas este homem com quem agora vives não chegou a casar contigo.”

Medo!

Por breves instantes, saltou-lhe à cabeça que aquele podia ser…, ou não, talvez não fosse. E daí, também não perdia nada, porque não arriscar (?): “Ah, já percebi, sabes tudo e tens essa forma de falar porque és profeta.”
Seguiu-se um diálogo confuso sobre: onde adorar, tradições, presunção da verdade, quem adorar, quem sabe mais que quem. Afinal, quem sabe o quê?
E a mulher, que não queria passar por ignorante, ripostou: “Eu sei, muito bem, que há-de vir o Messias e que é Ele que nos vai dizer tudo. Tim-tim por tim-tim!”
Sem deixar margem para dúvidas, o homem, com voz muito clara, exclamou: “EU O SOU! Eu próprio com quem estás a falar.”

Ela minguou, pestanejou, emudeceu e, caramba, por sorte chegaram ali outros homens que parecia conhecerem aquele e com quem ele se distraiu a conversar…
Devagar, pousou o cântaro ao lado do poço e afastou-se em silêncio. Depois, tomada de um novo animo, correu até à cidade e, ofegante, disse aqueles com quem se ia cruzando: “Venham, vocês nem imaginam o homem fantástico que encontrei. Ele sabe tudo da minha vida.” – ainda indecisa, interrogava-se a si mesma perguntando aos outros – “Será que é o Cristo?”
Logo, querendo certificar-se de que não eram fantasias da mulher, todos se apressaram porque cada um queria ser o primeiro a vê-lo e a ouvi-lo.

Dela, nunca se soube o nome. Simplesmente que era mulher e vivia em Samaria.
Ele, muito mais que um homem ou mesmo um profeta, era o Messias, chamado Cristo!

Nota: Podem encontrar este relato bíblico, em João 4: 1-30.

"Pois, para com as suas iniquidades, usarei misericórdia e
dos seus pecados jamais me lembrarei." - Hebreus 8: 12

sábado, 15 de janeiro de 2011

O Sonho de Luther King

“O espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque
o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos;
enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar
liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos” Isaías 61: 1

Pastor baptista, Martin Luther King Jr. faria hoje 82 anos, mas, porque teve “um sonho”, foi assassinado a 4 de Abril de 1968, aos 43 anos.
Em Outubro de 1964 tornou-se o mais jovem premiado com o Nobel da Paz.


Sobre a sua sepultura está colocada uma lápide onde se lê: “Finalmente livre, finalmente livre. Obrigado Deus Todo-Poderoso. Finalmente sou livre”.

«…
Digo-lhes hoje que, apesar das dificuldades e frustrações, eu ainda tenho um sonho…

Eu tenho o sonho de que um dia todo o vale será exaltado, todas as montanhas e encostas serão niveladas, os lugares ásperos tornar-se-ão lisos, os lugares tortuosos serão endireitados; e a glória do Senhor será revelada e todos os seres estarão juntos.

Esta, é a nossa esperança…
Com esta fé, seremos capazes de tirar da montanha do desespero uma pedra de esperança.
Com esta fé, poderemos transformar a selva da discórdia…, numa bela sinfonia de fraternidade.
Com esta fé, poderemos trabalhar juntos; orar juntos; lutar juntos; ir à prisão juntos…, sabendo que um dia seremos livres...
E, quando isto acontecer, permitiremos que a liberdade ressoe… e aceleraremos o dia em que, todos os filhos de Deus, homens pretos e brancos, judeus e gentios, protestantes e católicos, com certeza poderão dar as mãos uns aos outros e cantar aquela velha canção dos escravos:

“Finalmente livres. Finalmente livres. Obrigado Deus Todo-Poderoso, nós somos finalmente livres!”»

(Excertos do final do discurso proferido em Washington a 28.08.63)

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O Médico dos médicos


“E a sua fama correu por toda a Síria, e traziam-lhe todos os que padeciam, acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos, e os paralíticos, e Ele os curava.” - Mateus 4: 24



Provavelmente alguns já conhecem este texto que circula na internet como: “Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010” (Pontifícia Universidade Católica do Paraná)
Desconheço o autor, mas acho o texto admirável e não quero deixar de aproveitar este espaço para o divulgar (os negritos e sublinhados são meus).

«Boa noite a todos!

Hoje estou aqui para prestar uma homenagem ao primeiro, maior e melhor médico da história da humanidade!
Deus é esse médico, o Médico dos médicos, e o mais excelente conhecedor do corpo humano. Todas as células e tecidos, órgãos e sistemas, foram arquitectados por Ele, e Ele entende e conhece a sua criação melhor do que todos.

Que médico mais excelente poderia existir?
Deus é o primeiro Cirurgião da história. A primeira operação? Uma toracoplastia, quando Deus retirou uma das costelas de Adão e dela formou a mulher.
Ele também é o primeiro Anestesista, porque antes de retirar aquela costela fez um profundo sono cair sobre o homem.
Deus é o melhor Obstetra especialista em fertilização que já existiu! Pois concedeu filhos a Sara, uma mulher que além de estéril, já estava na menopausa havia muito tempo!
Jesus, o filho de Deus, que com Ele é um só, é o primeiro Pediatra da história, pois disse: “Deixem vir a mim as crianças, porque delas é o reino de Deus!”
Ele também é o maior Reumatologista, pois curou um homem que tinha uma mão ressequida, ou, tecnicamente uma osteoartrite das articulações interfalangeanas.
Jesus é o primeiro Oftalmologista, relatou em Jerusalém, o primeiro caso de cura em dois cegos de nascença.
Ele também é o primeiro Emergencista a realizar, literalmente, uma ressuscitação cardio-pulmonar bem sucedida, quando usou como desfibrilhador as suas palavras ao dizer: “Lázaro, vem para fora!”, e pelo poder delas, ressuscitou seu amigo que já havia falecido havia 4 dias.
Ele é o melhor Otorrinolaringologista, pois devolveu a audição a um surdo. Seu tratamento? O poder de seu amor.
Psiquiatra da história, há mais de 2000 anos curou um jovem com graves distúrbios do pensamento e do comportamento!
Deus também é o melhor Ortopedista que já existiu, pois juntou um monte de ossos secos em novas articulações e deles fez um grande exército de homens. Sem contar quando Ele disse a um homem coxo: “Levanta, toma a tua maca e anda!”, e o homem andou! O tratamento ortopédico de quadril mais efectivo já relatado na história!
A primeira evidência científica sobre a hanseníase (lepra) está na Bíblia! E Jesus é o Dermatologista mais sábio da história, pois curou instantaneamente 10 homens que sofriam desta doença.
Ele também é o primeiro Hematologista, pois com apenas um toque curou a coagulopatia de uma mulher que sofria de hemorragia havia mais de 12 anos e que tinha gasto todo o seu dinheiro com outros médicos em tratamentos sem sucesso.

Jesus é ainda, o maior Doador de Sangue do mundo. Seu tipo sanguíneo? O negativo (0 Rh-), ou, doador universal, pois nesta transfusão, Ele, ofereceu o seu próprio sangue, o sangue de um homem sem pecado algum, por todas as pessoas que tinham sobre si a condenação de seus erros, e assim, através da sua morte na cruz e de sua ressurreição, deu a todos os que O recebem, o poder de se tornarem filhos de Deus! E para ter este grande presente, que é a salvação, não é necessário fazer nada, apenas crer e receber!
O bom médico é aquele que dá a sua vida pelos seus pacientes! Ele fez isso por nós!
Ele é um médico que não cobra pelos seus serviços, porque o presente gratuito de Deus é a vida eterna!
No seu consultório não há filas, não é necessário marcar consulta e nem esperar para ser atendido, pelo contrário, Ele já está à porta e bate, e aquele que abrir a seu coração para Ele, Ele entrará e fará uma grande festa! Não é necessário ter plano de saúde ou convénio, basta você querer e pedir! O tratamento que Ele oferece é mais do que a cura de uma doença física, é uma vida de paz e alegria aqui na terra e mais uma eternidade inteira ao seu lado no céu!

O Médico dos médicos está convidando você hoje para se tornar um paciente Dele, e receber esta salvação e constatar que o tratamento que Ele oferece é exactamente o que você precisa para viver!
Ele é o único Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode ir até Deus a não ser por Ele.
Seu nome é Jesus.

A este Médico seja hoje o nosso aplauso e a nossa sincera gratidão!»

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Desafio de Ano Novo

O começo de cada ano é o momento em que geralmente se fazem os balanços e planeiam novas metas. Muitos de nós, aproveitamos esta altura para repensar o nosso deve e haver; o que correu bem e o correu mal; o que fizemos e o que podíamos ter feito.
Nesta perspectiva, podemos também apurar onde esteve e onde vai ficar Deus na nossa vida.
Para reflexão sobre o assunto, eu gosto da mensagem transmitida em Deuteronómio 6, de forma especial os versículos 4 a 9. Por favor leiam nas vossas Bíblias ou, se quiserem, no final deste texto.

Os vs. 4 e 5 dão-nos a razão para um bom relacionamento com Deus – o grande mandamento – neles é retirada a frieza do primeiro mandamento do decálogo (“Não terás outros deuses” Êxodo 20: 1) e é-lhe dada uma roupagem nova que o adoça “Amor”.
O amor é o sentimento mais avassalador, arrisco mesmo em dizer que dele dependem todos os outros; logo, tem de ser bem cuidado e bem direccionado. E, não nos enganemos, ter outros senhores não se confina à adoração de imagens. Pode ser o dinheiro, a fama, um vício qualquer, uma figura pública, sei lá, pode ser tanta coisa...

Nos vs. 6 e 7, é-nos mostrado como devemos lidar com esta realidade e ordem, ou seja, amar a Deus é algo transcendente que não deve depender só do ensino elementar ou da emoção ocasional, ele tem de permanecer no nosso coração, estar presente na nossa casa, ser parte da educação dos nossos filhos e, ainda, não ser escondido aos de fora. Quando? Sempre, do início ao fim de cada dia.

Por isso, nos vs. 8 e 9, somos advertidos a ter sempre presente a Palavra de Deus e é-nos indicado que ela deve estar na mão, entre os olhos e nos umbrais da porta.
Os judeus da altura levaram estas ideias tão à letra que começaram a utilizar pequenos textos da lei em caixinhas de couro, chamadas filactérios, que colocavam no braço esquerdo e na testa (costume ainda hoje utilizado em ocasiões especiais) e outras, chamadas mezuzas, que fixavam na ombreira da porta da casa.
Porém, estou convicta que a vontade de Deus é que a Palavra faça parte da nossa natureza e seja praticada segundo o espírito. Então, o que é que Deus queria dizer? Aprofundando o assunto, tirei as seguintes ideias:

Na MÃO (prática: amarrado com tiras de couro desde a mão esquerda, ficando o filactério no lado interno do braço, junto ao coração) – talvez lembrando que devemos ter corações disponíveis para guardar a Palavra e amar a Deus:
“Bem aventurados os que guardam as suas prescrições e O buscam de todo o coração.” – Salmo 119: 2

ENTRE OS OLHOS (prática: amarrado com tiras de couro, ficando o filactério na testa) – ora sendo na parte frontal da cabeça que é processada toda a informação e se formam os conceitos, parece-me estar presente a um apelo à cognição e à sabedoria, de modo a que a Palavra fique na nossa mente e a apliquemos com inteligência tendo como fim uma vida segundo a vontade de Deus:
“Feliz o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento.” - Provérbios 3:13

Nas UMBREIRAS DA PORTA (prática: colocado fora no lado direito de quem entra na porta e à altura do ombro) – sem dúvida, exposto à visão e opinião pública, creio que é um alerta ao cuidado a ter com as nossas atitudes e palavras para que tenhamos um testemunho que enalteça a pessoa do nosso Deus:
“Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se envergonhe, não tendo nenhum mal que dizer de nós.” – Tito 2: 7-8

Para finalizar, gostava de lembrar que:

1- Nós sem Deus, não somos nada, mas Ele sem nós, continua a ser Deus!
“E o Senhor nos ordenou que cumpríssemos todos estes estatutos, que temêssemos ao Senhor nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje.” – v. 24

2- Quando não estamos do lado certo, a nossa vida pode ter alguns êxitos, mas não temos bênçãos.
“E farás o que é recto e bom aos olhos do Senhor, para que bem te suceda, e entres, e possuas a boa terra, a qual o Senhor jurou dar a teus pais.” – v. 18

GRANDE DESAFIO PARA 2011

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TEXTO BÍBLICO:
“4 Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. 5 Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.
6 Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração; 7 tu as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te.
8 Também as atarás como sinal na tua mão e te serão por frontal entre os teus olhos. 9 E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.”

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Votos de Ano Novo

No início de 2010 enviei aos meus amigos (nos quais me incluía) a seguinte mensagem de votos:

“Tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em acção, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por Ele graças a Deus Pai” – Colossenses 3: 17

É meu desejo e oração que em 2010 Deus vos conceda o suficiente; que possam manter a chama da fé sempre acesa; e que sintam o amor que tenho, diferente e especial, por cada um de vós. Shalom!

Nesta passagem de ano, venho prestar contas:

Tive paz com Deus; em nada me senti envergonhada, mesmo quando ofendida; não enriqueci, não me faltou o essencial, nem devo nada a ninguém; amei e fui amada; tomei decisões que me têm dado muita satisfação; a saúde foi equilibrada; disse e fiz aquilo que o coração mandou e a razão aprovou; o que não disse ou fiz, talvez não fosse importante ou oportuno e por isso Deus controlou; retratei-me naquilo que percebi ter feito mal; não foi tudo extraordinário, mas o óptimo é inimigo do bom e Deus deu-me a capacidade de olhar para as dificuldades e retirar delas ensinamento.

Enfim, tal como desejei, tive o suficiente. Deus seja louvado!

E, como parece que os tempos são maus, mantenho para 2011 os mesmos votos:
Que em paciência, amor, paz, saúde, dinheiro, valores morais e espirituais, em tudo… Deus vos (nos) conceda o suficiente!

“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim. Novas são cada manhã; grande é a Tua fidelidade.
A minha porção é o Senhor, diz a minha alma;
portanto esperarei n’Ele.” - Lamentações 3: 22-24

SHALOM!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Noite Santa



“Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.
E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo. Pois, na cidade de David, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” - Lucas 2: 8-11

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Verbo

João 1: 1-5, 9-14
Este é, para mim, o mais belo relato bíblico acerca do nascimento de Cristo


“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez.
N’Ele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.

Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não O conheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não O receberam.
Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.”

sábado, 11 de dezembro de 2010

Natal sem Palavras

Aparentemente está quase tudo dito acerca do Natal. Hoje em dia, seja para protestar acerca do custo de vida, seja para enfatizar as festas, não há editorial, programa ou entrevista onde não se comente o Natal das crianças, da família, das prendas, das férias e da culinária.
Uma ou outra vez, há quem refira que a data comemora o nascimento do Filho de Deus.
E depois, há coisas que não se dizem e que muitos querem ignorar...
“Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.” – Lucas 2: 14

sábado, 4 de dezembro de 2010

O Presépio

As minhas crianças, que sabem acerca do Natal o suficiente para os seus quatro anos, passam o tempo à volta do presépio.
E, lá vão fazendo as suas perguntas: “O Jesus tinha frio?”; “A ovelhinha era do Jesus?”; “Porque é que a casa deles não tinha paredes?”; “Ó avó, a roupa do Jesus era de palha?”


Bom, o que eles ainda não podem entender é o exemplo de um homem e uma mulher extraordinários que para muita gente não são mais que meras figuras de presépio, mas sem os quais não haveria Natal – Maria e José.

Lucas 1: 26-38 – Maria sabe que vai ser mãe

O relato diz que ela ficou perturbada com a visita do anjo e a mensagem que ele trouxe.
Claro, Maria era virgem, nunca tivera relacionamento físico e, como se não bastasse, era desposada (promessa inviolável de compromisso, feita antes do casal coabitar). Tudo obstáculos para poder ser mãe…
Mas ela não recusou a ideia, com imensas dúvidas que a deixavam confusa, simplesmente questionou: como?
Depois, quando ficou a saber que era obra do poder de Deus, aceitou o arriscado privilégio sem temer as consequências que, em condições normais, a levariam a ser punida pela lei (Deuteronómio 22: 23-24).

“Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor;
cumpra-se em mim segundo a tua palavra...” – v. 38

Oh mulheres, mas que grande lição. Nós que vivemos numa sociedade de certezas e independência, que dispomos de recursos artificiais para concebermos, que temos ao dispor os mais variados métodos e meios para evitar os filhos, se fossemos confrontadas com uma situação igual à de Maria entrávamos em pânico. Talvez negássemos conhecer o Deus que nos fazia passar por tamanha vergonha e, se não houvesse uma saída minimamente credível para os outros, arranjávamos uma depressão.

Maria é um exemplo de serviço e lança-nos um desafio – que aceitemos a vontade de Deus, disponibilizando-nos para desempenhar qualquer trabalho, sem sentimentos de retracção ou de temor.

Mateus 1: 18-25 – José sabe que Maria vai ser mãe

José quando soube da gravidez de Maria ficou perplexo. Como não ficar? De certo, pensou que ela quebrara o compromisso que tinham.
Mas ele era um homem bom que, com certeza, mantinha uma boa relação com Deus e respeitava Maria. Só isso o podia levar a não querer difamá-la, nem condenar; não obstante, também não podia aceitar essa situação indigna por isso, após o impacto da notícia, pensou deixá-la sem dizer nada a ninguém.
Contudo, Deus revelou-lhe o seu propósito, incentivando-o a ultrapassar os preconceitos e as dúvidas.
E assim, José não só recebeu Maria como esposa (em sua casa), como respeitou aquela concepção tão especial e a preservou de ter relações até o bebé nascer.

“E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogénito;
e pôs-lhe por nome Jesus.” – v. 25

Homens, a conversa agora é com vocês. O que fariam nestas circunstâncias? Deixem-me imaginar a dificuldade. Tudo o que possa lesar a vossa “masculinidade” e honra é tão adverso que o caminho mais fácil seria a limpeza da imagem com a incriminação da mulher.
Talvez fizessem com que ela fosse mal falada, talvez num ataque passional a matassem e, o mais provável, negariam o amor e justiça de Deus por não ter pudor em vos fazer passar pelo enxovalho da traição.

José é um exemplo de disponibilidade e lança um apelo - que deixemos Deus nos usar, quando e nas circunstâncias que Ele quiser, independentemente das nossas próprias dúvidas ou razões.

Na verdade, este é o Natal de Cristo a acontecer no coração dos homens, a transformar mentalidades e a permitir abandonarmos a nossa vida ao controlo divino!

domingo, 28 de novembro de 2010

A Árvore de Natal



Já se deu início à época em que, tradicionalmente, se comemora o Natal de Cristo.

Ontem fizemos a decoração da árvore. As crianças estavam entusiasmadas por poderem participar neste delicado trabalho. Depois, foi a cor, as luzes, o brilho, os risos encantadores, as perguntas, enfim, magia...


Quisera Senhor, neste Natal, armar uma árvore
dentro do meu coração e nela pendurar em vez de
presentes, os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e de perto; os antigos e
os mais recentes; os que vejo a cada dia e os
que raramente encontro; os sempre lembrados
e os que às vezes ficam esquecidos;
os constantes e os intermitentes; os
das horas difíceis e os das horas alegres;
os que sem querer eu magoei, ou,
sem querer me magoaram; aqueles a quem
conheço profundamente e aqueles que não me
são conhecidos, a não ser nas aparências; os que
pouco me devem e aqueles a quem muito devo; meus
amigos humildes e meus amigos importantes. Os nomes
de todos os que já passaram pela minha vida.

Uma árvore
de muitas raízes muito profundas para que seus nomes nunca
mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos,
para que novos nomes vindos de todas as partes, venham
juntar-se aos existentes. De sombras muito agradáveis
para que nossa amizade, seja um aumento de repouso nas lutas
da vida.

(Autor desconhecido)

Desejo a todos que esta época seja repleta de bênçãos de amor e paz!