"PORQUE EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE"


domingo, 3 de março de 2013

Deus é Lindo!

Confesso que fico pateticamente maravilhada quando as evidências do amor e diligência de Deus me tornam ainda mais formiguinha.
Depois, procuro palavras entendíveis para transmitir o meu sentimento, mas é difícil. Diz-se que uma imagem vale mais que mil palavras e hoje, vou deixar bastantes imagens e tentar dizer só o imprescindível.

Em 2011, a 3 de Fevereiro e a 14 de Outubro, com os títulos “Mais que Vencedores” e “Vida Sem Limites”, escrevi aqui sobre Nick Vujicic e apresentei alguns dos seus vídeos.
O seu exemplo tem sido um incentivo para mim. Como posso, perante as suas dificuldades, queixar-me das minhas; e, se ele serve ao Senhor, como poderia eu não o fazer?

Nicholas James Vujicic, nasceu em Melbourne - Austrália, a 4 de Dezembro de 1982, sendo portador da Síndrome de Tetra-Amelia.

Aos 8 anos pensou matar-se, mas Deus trocou-lhe as voltas e aos 15 dedicou a sua vida a Cristo e entendeu que a sua missão seria falar do seu Salvador e ajudar outras pessoas a encontrá-Lo.




Com 21 anos e depois de 2 licenciaturas, começou a viajar, dando palestras motivacionais e evangelizadoras. Até hoje já falou a milhares de pessoas, em mais de 25 países. 
 
 
 
 
 
 
 





Além das palestras, escreve e faz filmes; e, a nível mais pessoal, pratica diversos desportos, sendo, em grande parte, independente.
 


 


Depois de, durante uns 8 anos, ter orado a Deus pela bênção de poder casar e ter filhos, a bênção veio e, a 1 de Agosto de 2011, ficou noivo de Kanae Miyahara.










A 12 de Fevereiro de 2012, teve um dos dias mais alegres da sua vida ao casar com Kanae, seu grande amor.

 





A sua mulher, não é só uma jovem bonita, ela é serena, amorosa e apaixonada.
A lua-de-mel foi o início de uma vida partilhada e feliz.






  “Alegrai-vos com os que se alegram...” – Romanos 12:15a
 
Agora, vejam se não tenho razão.
Um ano depois de casar, mais precisamente um ano e um dia (13.02.2013), concretizou-se um grande sonho. Nick foi pai!
O bebé, Kiyoshi James Vujicic,nas ceu com 3,630kg e 55cm.
 
 
Embora seja tão diferente da maioria das pessoas, Nick possui uma mente e um espírito saudável, acima de tudo, uma grande fé. A sua vida e palestras têm tocado inúmeros corações e muitos dos seus ouvintes têm chegado até Deus.
Apesar das suas limitações, não se cansa de revelar “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. Em tudo ele agradece a maravilhosa graça de Deus e declara o seu amor por todos que acompanham o seu ministério e oram por ele.
Nick diz, com frequência, que a noção de satisfação vem do conhecimento da verdade. “Eu encontrei o sentido de minha existência e também o propósito de minha situação. Tenho visto muitas pessoas completas por fora mas que não conhecem a verdade. É a verdade que nos liberta e quem Jesus liberta é de facto livre”.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” – João 8:32

O exemplo de Nick faz-me lembrar que, quando tudo parece dar errado na nossa vida, acontecem coisas que nunca valorizaríamos se tudo tivesse sido certinho.
Deus é lindo!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Terra Feliz

Juntos, o letrista Sanford Fill­more Ben­net (1836 - 1898) e o músico Joseph Philbrick Webster (1819-1875), produziram diversos cânticos espirituais.
Um desses cânticos foi publicado em 1867, sendo posteriormente traduzido para diversas línguas e, simultaneamente, passado a fazer parte dos hinários evangélicos. No Cantor  Cristão, leva o nº 508.

Webster sofria de períodos de depressão e melancolia, durante os quais só via o lado negro da vida.
Numa dessas ocasiões, Bennet, para o animar, escreveu um inspirado poema que  lhe entregou para musicar. Webster pegou no violino e, enquanto lia, os seus olhos iluminaram-se, tendo de imediato tocado uma melodia e escrito as notas.
Passados cerca de 30 minutos,  já os dois entoavam o cântico.
Assim nasceu o hino “Terra Feliz”.

Eu avisto uma terra feliz,
Onde irei para sempre morar;
Há mansões nesse lindo país,
Que Jesus foi p’ra nós preparar.
Vou morar, vou morar
Nessa terra, celeste porvir! (bis)
 
Cantarei nesse lindo país
Belos hinos ao meu Salvador,
Pois ali viverei bem feliz,
Sem angústias, tristezas, nem dor.
Vou cantar, vou cantar
Nessa terra, celeste porvir! (bis)
 
Deixarei este mundo afinal
Para ir a Jesus adorar;
Nessa linda cidade real,
Mil venturas sem fim vou gozar.
Vou gozar, vou gozar
Nessa terra, celeste porvir! (bis)

No espaço de um ano a minha igreja viu-se privada da presença de alguns amados irmãos em Cristo que se foram encontrar com o seu Senhor – Luís Silva, Rui António Quitério, José Correia Levy Abrantes e António José Rosa Santos.
Cada um deles trabalhou activamente na nossa comunidade e foram homens de fé e oração. O testemunho não pode ser apagado!

O belo hino a que faço referência foi cantado em todas as cerimónias fúnebres.
E esta é a minha homenagem a esses irmãos que um dia vou encontrar na glória do Senhor!

“… Bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, para que descansem das suas fadigas, pois as suas obras os acompanham.” – Apocalipse 14:13

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Oportunidades

Actualmente, nas minhas leituras diárias, ando às voltas com o livro de Actos. É fantástico!
Vou meditando e estudando o texto e, quase todos os dias, penso: “Oh isto é muito bom, tenho que compartilhar!”
Logo se vê…

Há uns anos fiz um acampamento com os jovens de quem era professora na EBD e, para o “A sós com Deus”, dividi o magnifico capítulo 16 e escrevi 6 breves reflexões.
Agora, com nova roupagem, aproveitei para deixar aqui alguns apontamentos. Estamos quase a chegar ao fim, hoje vamos reflectir sobre “oportunidades”.

Actos 16:25-34

Paulo e Silas foram presos e açoitados injustamente. Estavam amarrados, feridos, doridos e tristes, mas as Escrituras não relatam qualquer reclamação; pela meia-noite, naquela prisão, com certeza escura, húmida e fétida, quando o corpo lhes pedia um sono reparador, eles cantavam hinos e oravam.
Não sabemos quantos mais homens ali estavam presos e porque motivos, mas sabemos que ouviram Paulo e Silas. Afinal de contas, não podiam escapar.
Que extraordinário sentido de oportunidade!

Foi então que Deus, no Seu maravilhoso amor, permitiu que um terremoto sacudisse os alicerces daquela prisão, abrindo as portas da prisão e soltando as correntes… momento propício para fuga. Mas, Paulo e Silas permaneceram ali.
Um verdadeiro sentido de oportunidade!

O carcereiro acordou e ficou desesperado. Ele não podia deixar escapar os prisioneiros. Agora aquele homem sentia-se ameaçado e, não tendo como justificar-se perante as autoridades, entrou na loucura do medo e achou que o melhor era suicidar-se.
Perante as adversidades, ele não tinha a mesma alegria e paz de Paulo e Silas.
Mas, os servos de Deus não deixaram que aquele homem se perdesse.
A excelência das oportunidades!

Quando o carcereiro pensava que tudo estava perdido e que a única saída era o suicídio, Paulo trava-o com palavras tranquilizadoras e o homem ao constatar que os presos ali estavam, rendeu-se e quis gozar da mesma paz e salvação de Paulo e Silas.
O carcereiro fez a pergunta mais importante que um homem pode fazer: “Senhores, o que farei para ser salvo?”
A grande oportunidade!

Esta pergunta revela-nos que ele estava consciente de ser uma alma perdida.
Como é que este homem percebeu o seu estado? Não sei!
Talvez pela atitude humilde dos discípulos; talvez pelo que ouvira naquela noite de louvor; talvez pelo medo do que podiam ter sido as consequências do terramoto…, o certo é que ele foi salvo e logo deu provas da sua transformação.
Oportunidade ganha!

Que temos nós feito com as oportunidades que Deus nos tem proporcionado para testemunharmos d’Ele?

sábado, 9 de fevereiro de 2013

O Amor...

Todos os dias são bons para amar e namorar, mas pronto, há um chamado “Dia dos Namorados” que, em Portugal, se comemora a 14 de Fevereiro.
 

Na poesia lírica de Camões, encontramos belíssimos sonetos de amor, vou destacar um que retracta um episódio verídico. Esse soneto narra, nada mais, nada menos, que o amor de Jacó e Raquel.
Dá-me até vontade de dizer - já não se fazem amores assim!

Sete anos de pastor Jacó servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prémio pretendia.


Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.


Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,


Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: - Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!


Génesis 29:1-30 – Jacó viajou para tomar como mulher uma das filhas do seu tio materno e, mal esperando, viu-se envolvido num caso de amor à primeira vista quando se encontrou com Raquel.
Entretanto, não podendo cumprir com os dotes exigidos na época, propôs-se servir a Labão durante sete anos para casar com Raquel.
Findo o prazo, Labão engana o sobrinho e entrega-lhe Lia, a filha mais velha. Jacó, submisso e apaixonado, dispõe-se a trabalhar outros sete anos por Raquel, já que o trabalho anterior revertera a favor do imposto casamento com Lia.

Porque será que esse homem foi tão persistente?
Por amor!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Culto Racional

Lucas 16:16-24 - Paulo e a sua equipa iam para um culto ao ar livre -lugar de oração- quando uma jovem escrava, possuída de espírito adivinhador, começou a persegui-los dizendo que eles eram servos do Deus Altíssimo e que anunciavam o caminho da salvação (v. 17). O que dizia era verdade, mas ainda assim, tratava-se de um caso de possessão demoníaca.
E, ao fim de alguns dias, Paulo, incomodado com a persistência da jovem, libertou-a das garras de Satanás.

Acontece que os seus donos (lembremos que ela era escrava) lucravam com as suas adivinhações (certamente faziam-se pagar) e ao verem-se em prejuízo, imediatamente accionaram as autoridades da cidade e acusaram os missionários: “Estes homens, sendo judeus, estão a perturbar a nossa cidade, e pregam costumes que não nos é lícito receber nem praticar, sendo nós romanos” (v. 19 a 21).
Esta foi a primeira vez que Paulo e os companheiros foram perseguidos por gentios e não por judeus. A perseguição não se deu por questões teológicas (como com os judeus), mas por motivos pessoais e económicos, hipocritamente transformados em motivos políticos.
Assim, a acusação foi fundamentada no facto de estarem a pregar costumes ilícitos para os romanos.

Depois do tumulto popular, a sentença foi imediatamente dada e Paulo e Silas (ao que parece Timóteo e Lucas não estavam envolvidos neste episódio) foram impiedosamente açoitados, após o que, levados para a prisão, foram acorrentados como qualquer mal feitor. Porém, não negaram a fé.

Hoje o diabo também usa pessoas e religiões que, “falando em nome de Deus”, utilizam métodos espectaculares e persuasivos que ultrajam a pureza da fé e o culto racional.
Cuidado, amigos, Satanás tem muitas artimanhas!
Como é que nós estamos a cultuar e a propagar o Evangelho?
 
"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
E não vos conformeis ao padrão deste mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." - Romanos 12:1-2

sábado, 26 de janeiro de 2013

Busca a Deus

Voltei, mas ainda a passo lento!
Há mais de uma semana que o meu computador "foi-se". Agora estou a adaptar-me ao novo, que só tenho desde ontem e traz novidades.

Como já devem ter percebido, sou fã da Sampaguita Buena, intérprete de cânticos espirituais, que me delicia com a sua voz e com a mensagem das letras que escolhe.
O belo hino que aqui deixo, fala de desilusão, abandono, tristeza... Sabem, quando nos sentimos impotentes perante a catadupa de problemas? Mas o mais importante é que nos incita a procurar Deus, o único que é justo, não falha, não desilude, aplaca a dor e consola.

Isto, é especialmente para mim, acreditem!

"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto." - Isaías 55:6



"Buscar-me-eis e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração." - Jeremias 29:13

sábado, 12 de janeiro de 2013

Solidariedade


Paulo, Silas, Lucas e Timóteo, continuam “de casa às costas” cumprindo o ministério de pregar o Evangelho e orientar as igrejas existentes.
Não permanecer numa casa fixa, não estar com a família, não saber como se vai ser recebido noutro local… não é fácil, mas o apóstolo sabia que, por onde quer que passassem, tinham a protecção divina.

(Actos 16: 11-15) Chegados a Filipos, conheceram uma mulher especial – Lídia.
Temente a Deus, converteu-se numa reunião de mulheres, através da pregação de Paulo (v.14) e logo foi baptizada (v.15). Comerciante de púrpura (v.14), ao que tudo indica, seria solteira ou viúva, pois tinha casa própria (v.15).
Ora essa mulher, solidária com os viajantes/missionários e a obra de Deus, pôs a sua casa à disposição, hospedando-os.



Praticar solidariedade com os que servem ao Senhor é não só um privilégio como, também, uma forma de O servir.




Impõe-se perguntar a nós próprios, se estamos dispostos a ser solidários e hospitaleiros com os irmãos em geral e, particularmente, com aqueles a quem Deus incumbiu a tarefa missionária.

Há várias formas de ajudarmos, orando, dando palavras de incentivo, contribuindo financeiramente, hospedando, divulgando o trabalho, enfim, usemos a imaginação. Estas são marcas de um cristão!

E, nada será em vão, porque quando deixamos que Deus nos use, estamos a garantir bênçãos.

“Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o Seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos.” – Hebreus 6:10

sábado, 5 de janeiro de 2013

Aleluia

Que maravilhosa expressão para começarmos o novo ano.

“ Aleluia! Louva ó minha alma ao Senhor.
Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu viver.” – Salmos 146:1-2

Muitas das pessoas que utilizam esta palavra, não sabem o seu verdadeiro significado. Usam-na como demonstração de alegria, sobre tudo se ocorre um acontecimento muito esperado.
Até entre os crentes, muitas vezes, a palavra é utilizada de forma indevida porque, estando presente a ideia de louvor, são cometidos erros tais como “Aleluia Senhor” ou “Aleluias”, no primeiro exemplo observamos um pleonasmo e no segundo um plural que não pode existir porque há um só Deus.

Aleluia é uma palavra composta, de origem hebraica, que significa “Louvado seja o Senhor” ou “Louvor a Deus”.

Halleluya = Hallelu (louvor) + Yah (abreviação de Jeová)

Ela aparece 22 vezes no Antigo Testamento (no princípio ou no fim de alguns Salmos) e 4 vezes no Novo Testamento (em Apocalipse).

“Aleluia! Rendei graças ao Senhor porque Ele é bom; porque a Sua misericórdia dura para sempre.” – Salmos 106:1

domingo, 30 de dezembro de 2012

2012 - 2013


Eu sei que o desejável era sabermos que, no próximo ano, tudo se alteraria. Refiro-me às dificuldades, às incertezas, aos desníveis sociais, à disputa pelo poder, à crise, mas…

A verdade é que estamos numa época em que somos estimulados a formular desejos simpáticos. É muito portuguesa a mensagem “um próspero ano novo” e sabemos que a ela está associada a ideia de dinheiro e despreocupação financeira.
Porque, o mundo, gira à volta disso mesmo – dinheiro!

Claro que ele é necessário, claro que estamos a atravessar um período desfavorável, sem dúvida que os que menos têm são os mais afectados, mas o problema maior é deixarmos que o dinheiro faça parte do nosso coração e se torne o centro dos nossos interesses.

Há um contraste entre possuir e viver, entre a angústia do perecível e a certeza da única riqueza duradoura que é ter Cristo na nossa vida.

“Acautelai-vos e guardai-vos da avareza.
A vida de uma pessoa não consiste na abundância dos seus bens.” – Lucas 12.15

Façamos com que amanhã, na passagem, haja louvor a Deus pelo 2012, pela vida, a paciência e a força;
também, que seja momento de rogar para que 2013 traga sabedoria, gratidão, tranquilidade, fé, amor e paz.


“Tu a quem tomei desde os fins da terra, e te chamei dentre os seus mais excelentes, e te disse: Tu és o meu servo, a ti escolhi e nunca te rejeitei.
Não temas, porque Eu sou contigo; não te assombres, porque Eu sou teu Deus; Eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.” – Isaías 41:9-10

sábado, 22 de dezembro de 2012

Nasceu o Salvador


sábado, 15 de dezembro de 2012

Reflexão de Natal



Talvez um pouco menos que nos outros anos,

mas, aqui e ali, já se ouvem músicas de Natal,
algumas ruas enfeitaram-se de luzes,
armaram-se presépios,
as montras ficaram mais apelativas
e nas lojas abundam as guloseimas da época.

E, como esta é uma quadra que favorece as emoções,

recordam-se acontecimentos felizes, sorrisos,
pessoas queridas, momentos impares,
lágrimas, desencontros;
contabilizam-se os sonhos realizados,
e os abraços perdidos e as ideias praticadas.

Tudo tem lugar, quando não se esquece o essencial,

JESUS, o real e alegre motivo do Natal,
para que haja vida, sabedoria, amor,
humildade e muita paz;
para aquietar a escuridão, trazer luz
e fazer Jesus renascer no nosso coração.

Então, muito mais que nos outros anos,
podemos dizer:

domingo, 9 de dezembro de 2012

Enfeites de Natal


O Natal já aí está. As ruas estão decoradas e nas grandes cidades já se fez a contagem decrescente e se deu início à iluminação de Natal (este ano foi o meu neto que acendeu as luzes de Lisboa). Nas casas já se construíram presépios e enfeitaram os pinheiros. As famílias vão combinando os preparativos da consoada. As igrejas preparam cantatas e outros programas especiais.
Está a enfeitar-se a época!




Este ano, além da árvore tradicional, construí uma para decorar a porta da sala, o presépio ainda é o mesmo, mas o centro de mesa da casa-de-jantar é sempre diferente e sempre de fabrico próprio.
Eu gosto do Natal e do espírito festivo que ele imprime. Para mim, é mesmo a celebração do nascimento de Jesus, o Emanuel.



Deus connosco!

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” – Isaías 9:6

MARAVILHOSO – Ele pode todas as coisas e o seu amor é inexcedível por isso é Salvador.
CONSELHEIRO – Ele é a verdade e os seus conselhos são sábios.
DEUS FORTE – Ele venceu o mundo e um dia voltará para levar os que são seus e julgar as nações.
PAI DA ETERNIDADE – Ele é consubstancial com o Pai, é o princípio e o fim e a salvação que nos conferiu nunca terá fim.
PRINCIPE DA PAZ – Ele oferece e governa a paz íntima e o bem-estar espiritual.

Eu gosto do Natal, gosto especialmente de enfeitar o coração com esse Jesus apresentado por Isaías, e de enfeitar a casa, e de dar prendas, e de fazer da época uma festa, e de mimar os outros.


Por isso, à falta de poder fazê-lo de outra forma, aproveito este espaço para desejar que tenham neste Natal: o incomparável brilho de Jesus, o alegre sorriso que o amor produz, a bênção da salvação e o silêncio da paz interior.



Já agora, não deixem de louvar o Salvador e ofereçam presentes… sejam criativos, a oferta de uma palavra ou de um gesto de carinho, pode ser o melhor presente de Natal.

Shalom!

domingo, 2 de dezembro de 2012

Planos - os Meus e os Dele


Vamos voltar a Actos 16, agora para analisarmos os versículos 6 a 10.

Paulo e os seus companheiros viajavam por várias localidades a divulgar o Evangelho, mas, por duas vezes, o Espírito Santo impediu-os de ir a algumas regiões que ele tinha planeado. Claramente, Deus tinha outras intenções.

“E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia. E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito não lho permitiu.” – Actos 16:6-7

Provavelmente o apóstolo nunca tinha pensado ir à Macedónia, mas este era o plano divino e, como Paulo apesar dos impedimentos ainda não tinha percebido isso, Deus deu-lhe uma visão em que revelava a Sua vontade.

“E Paulo teve de noite uma visão, em que se apresentou um homem da Macedónia, e lhe rogou, dizendo: Passa à Macedónia, e ajuda-nos.” – Actos 16:9

Tendo compreendido que o Senhor os impelia para pregarem o Evangelho naquele lugar, logo Paulo e os seus companheiros (Silas, Timóteo e Lucas), sem questionarem, viajaram até Filipos, a principal cidade da Macedónia.
Ali foi implantada a primeira igreja da Europa. Deus sabia (sabe) muito bem o que quer e porquê.

Todos nós fazemos planos para a nossa vida, incluindo no que diz respeito às coisas espirituais. As perguntas que se impõem são:
Na obra de Deus, apresentamo-nos como voluntários ou como voluntariosos?
Quando Deus nos revela a Sua vontade para qualquer área da nossa vida temos sido obedientes?

Lembremos que os planos de Paulo eram correctos (divulgação do Evangelho), mas não era o sítio certo.
Se estamos ao serviço do Senhor, precisamos de estar disponíveis para seguir os planos de Deus.

sábado, 24 de novembro de 2012

Eureca!


Estou ansiosa por vos contar!...

Sempre gostei muito da comparação dada por Cristo aos discípulos (e por acréscimo a todos os crentes) acerca do que deviam representar: “Vós sois a luz do mundo!”
E, nunca questionei a alegoria, porque, afinal, é uma ilustração evidente.

Mas o mesmo não se passou com: “Vós sois o sal da terra!”
Aí, tudo quanto ouvi desde pequena (invariavelmente: conservação e sabor), não me satisfez. Várias vezes dei comigo a pensar: meu Deus, eu uso tão pouco sal, na verdade ele até pode tornar-se prejudicial à saúde. Então, porquê?
Pois é, apesar das minhas interrogações, nunca me debrucei sobre o assunto, nem descodifiquei o texto.

Na EBD do passado Domingo, enquanto estudávamos II Pedro 2 acerca dos falsos mestres e profetas, a professora (excelente) advertiu para o nosso papel no mundo e “en passant” disse: “por isso que somos o sal da terra, que preserva, que dá sabor, que faz sede.” e passou adiante.

Até hoje, estou em êxtase!

Confesso que, de imediato, as ideias começaram a fluir na minha mente e já não consegui descolar-me da revelação.

E, apesar de correr o risco de ser a única (?) pessoa que não tinha chegado a esta conclusão, quis, com uma enorme alegria, partilhar isso convosco.

“Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens.” – Mateus 5:13

Vamos ver as conclusões que tirei:
1- A preocupação do cristão deve ser não perder a qualidade (não ser insípido), ou seja, não deixar de salgar. A passagem de Mateus aplica, claramente, os vocábulos “salgar” e “insípido”. Está lá tudo!
2- Todos sabemos que a comida salgada produz SEDE. Simples, não?
3- O problema, é que nos habituámos a reduzir, imediatamente, o valor do termo (salgar) para um único objectivo (sabor) que, normalmente, associamos a algo agradável.
4- O alvo proposto é que possamos incomodar, preservando a essência de Cristo em nós. Isso é a pureza do sal, salgar e preservar.

Por isso digo: “Eureca!”, achei resposta às minhas dúvidas e, sim, considero que este é o verdadeiro significado da advertência de Jesus.

Será que temos sido sal da terra? Temos nós provocado sede de Cristo entre aqueles que nos rodeiam?
Afinal de contas, Ele é a Água Viva e quem beber dessa água nunca mais terá sede!

E agora, perguntem-me porque será que não pensei nisto antes.
Sei lá! O importante é que Deus respondeu à minha dúvida.


Oração: Oh Pai querido, obrigada por permitires que eu seja sal e por me teres mostrado o verdadeiro significado do teu ensino.
Que sempre me encontres fiel e que o meu exemplo possa provocar sede de Cristo naqueles que me rodeiam!

sábado, 17 de novembro de 2012

Reputação e Reconhecimento


Gosto do Livro de Actos; julgo que é, junto com as epístolas e salvo a distância do tempo, o que mais se aproxima da nossa realidade e mais ensinamentos nos oferece.
Hoje trago aqui os versículos 1 a 5 do capítulo 16 e, noutras ocasiões, continuarei a falar deste excelente capítulo.

Paulo tinha começado a sua segunda viagem missionária, partindo da Antioquia. Quando chegou a Listra, encontrou o jovem Timóteo e
“Dele davam bom testemunho os irmãos em 
Listra e Icônio” – v. 2

Aí estava um rapaz de boa reputação; falado por bons motivos. Paulo, agradou-se tanto com aquilo que ouviu, que o escolheu para companheiro de viagem. E o trabalho conjunto deu frutos, dizendo-se que
“Assim as igrejas eram fortalecidas na fé e aumentavam 
em número dia a dia.” – v. 5

O reconhecimento de Paulo pelo jovem Timóteo, fez com que se tornassem fiéis companheiros e pudessem desenvolver um trabalho, de confiança e respeito, frutífero na obra do Senhor.

Há algumas perguntas directas que cada um de nós deve fazer:
Tenho eu consciência do testemunho que estou a dar?
O que é que os outros dizem de mim?
Ao relacionar-me com outros crentes, tenho disponibilidade para reconhecer o seu valor?
Consigo desenvolver um trabalho conjunto baseado na confiança e no respeito?

É útil para a obra de Deus que analisemos estes aspectos da nossa vida: reputação e reconhecimento. Porque para o crente:
A reputação é o reflexo do nosso carácter e das nossas atitudes.
O reconhecimento é um princípio espiritual que dá e recebe bênção.