"PORQUE EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE"


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domingo, 14 de dezembro de 2014

Belém


Vem do Hebraico Beit Lahm e quer dizer “Casa do Pão”.


Este foi o nome de uma das mais antigas e pequenas cidades da Palestina.
 
Belém é citada na Bíblia, desde o livro de Gênesis (então chamada Efrata que significa “Terra Frutífera”), passando por Josué, Juízes, Rute, Samuel, Jó e Miquéias, até Mateus e Lucas.
Nela, Davi foi escolhido por Deus e ungido rei; Rute teve o seu lar; Raquel foi sepultada; Isaías nasceu; e, gerações depois, Maria deu à luz Jesus (Miquéias 5:2; Mateus 2:1; Lucas 2:4).

 
Voltemos ao significado: “Belém” - palavra que vem do Hebraico Beit Lahm e quer dizer “Casa do Pão”.
Bem apropriado Jesus ter nascido em Belém, não? Lembram-se que Ele ficou conhecido como “Pão da Vida”?
 
“E Jesus lhes disse: Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome.” – João 6:35a
 
Aproveitando esta época em que celebramos o nascimento do Salvador, vamos até Ele, cientes de receber a satisfação espiritual completa.
 
Feliz Natal!

domingo, 7 de dezembro de 2014

É por Mim...

Natal… eu gosto e pronto, gosto mesmo!
Em primeiro lugar, gosto por mim própria. Pois, quem seria eu (e cada um de vocês) se Cristo não tivesse nascido? Como poderia Ele morrer pelos meus (nossos) pecados?
É por mim, porque Ele me amou de forma singular e me resgatou da perdição que eu amo tanto o Natal e festejo alegremente o nascimento de Cristo.
 
 
“Mas Ele foi ferido por causa das nossas transgressões e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele e pelas suas pisaduras fomos sarados.” Isaías 53:5
 
Então, toda a minha gratidão a Deus por esta quadra e muita, muita, festa. Quero gozar de tudo a que tenho direito, partilhar a emoção espiritual aos outros e com outros, desejar que o amor e a paz não sejam meros rótulos ou chavões e lembrar-me de:
 
ü  Não profanar as celebrações;
ü  Presentear, sem transformar a época num mercado de interesses;
ü  Comer aquelas coisinhas gostosas, sem estragar ou cair no exagero;
ü  Acender velas, como símbolo de vida;
ü  Imaginar o toque dos sinos em exaltação;
ü  Cantar louvores
ü  Interceder pelos desfavorecidos e ser solidária;
ü  Falar a almas sem Deus sobre a salvação;
ü  E, claro está, ter Cristo presente na festa.
 
Para vocês, feliz Natal! Que possam ter a alegria de o viver em plenitude e receber bênçãos transbordantes de fé, perseverança, esperança, amor e paz.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

 

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que n’Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
João 3:16

domingo, 15 de dezembro de 2013

Conto de Natal

Estamos cada vez mais perto do Natal. Tempo para reflectirmos sobre o papel de Jesus no mundo e, particularmente, na nossa vida.
A todos que por aqui passam, desejo que recebam Jesus, independentemente do julgamento dos outros.


«O Natal estava próximo, quando os nazis entraram em casa duma família de alemães cristãos que escondiam judeus.
Todos ficaram apavorados e mantiveram-se estáticos e silenciosos.

Os judeus estavam exactamente na cave por baixo deles e conseguiam ouvir a polícia a interrogar, um por um, todos os elementos da família de acolhimento.
 
Não estando a obter sucesso, os nazis dirigiram-se ao menino mais novo: “Vocês têm judeus cá em casa?”.
O pequenito hesitou, respirou fundo, e respondeu: “Sim!”

Os pais ficaram aterrorizados; entretanto os nazis, muito educadamente, pediram ao menino que os conduzisse até aos judeus.
O menino, resoluto, levou-os até à sala onde estava uma bonita árvore de natal; depois, baixou-se junto à árvore. Ali estava um presépio com alguns judeus reunidos em torno de um bebé e, tirando o pequeno boneco da manjedoura – Jesus – mostrou-o aos policias.»

(Autor desconhecido)

“Aquele que é a Palavra estava no mundo, e o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não O reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não O receberam.” – João 1:10-11

domingo, 8 de dezembro de 2013

Na Rota do Natal

 
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Veio para o que era seu e os seus não O receberam.” – João 1:1,11

 
 
 

sábado, 30 de novembro de 2013

Natal

A palavra NATAL tem origem no latim “Nativitas” (nascimento), no entanto, singularizou-se para indicar, somente, o nascimento de Cristo. Daí, designarmos esta época por “Natal”.


Relativamente à data do nascimento, tudo o que podemos dizer é que: não confere com o 25 de Dezembro.
Como sabemos Jesus nasceu de noite, ou ao cair da noite, quando os pastores guardavam os rebanhos (Lucas 2:8); sucede que o Inverno na Palestina é muito rigoroso (com temperaturas negativas e chuva abundante), em Dezembro os pastos estavam queimados pela geada e os pastores teriam ficado congelados se passassem a noite ao relento. Nesse tempo, os rebanhos saíam para os campos em Março e recolhiam no início de Novembro.
Então, olhando ao relato bíblico, ao clima e aos hábitos locais, podemos concluir que Jesus terá nascido na Primavera (entre Abril e Junho).

Ora, não se sabendo a data exacta (naquela época não havia registo de nascimento, nem o hábito de comemorar aniversários), o Papa Júlio I decretou o 25 de Dezembro para celebrar o Natal, data que veio a ser oficializada no ano 354 pelo Papa Libério.
A data adoptada ocupou assim a da festa pagã “Natalis Solis Invicti” (nascimento do sol invencível), que acontecia durante o Solstício de Inverno.

Entretanto, olhando o calendário comum, verificamos que Cristo terá nascido antes de nascer. Como?
Ao que consta, houve um erro nos cálculos feitos pelo monge e matemático Dionísio, aquando dos estudos para substituir o calendário Juliano pelo Gregoriano em que o ponto de partida seria o nascimento de Cristo, passando a leitura a ser a.C. (antes de Cristo) e d.C. (depois de Cristo).
Dionísio, por lapso, não contempou o facto de Jesus ter nascido durante o reinado de Herodes (Mateus 2:1) e portanto, estando a morte de Herodes, o “Grande”, datada de 4 a.C., Jesus teve de nascer 5 a 7 anos a.C.
Além disso, o relato bíblico diz que, após o nascimento de Jesus, os magos viajaram para O adorar, mas, vindos do oriente, terão demorado a chegar. E, quando Herodes ordenou a matança dos meninos até 2 anos (Mateus 2:16), já tinha ocorrido a fuga de José e Maria para o Egipto, de onde só voltaram após a morte de Herodes (Mateus 2:13-14).

Ainda a propósito do Natal de Cristo, há quem sugira que a Bíblia está errada e que existe uma contradição entre os relatos feitos por Mateus e Lucas, vejamos os relatos bíblicos e históricos:
 

 
Então, César Augusto governava o Império, Herodes era rei na Judeia e Quirino governador na Síria. Até aqui, podemos ver que são cargos políticos que não colidem. Portanto a confusão só pode estar nas datas do exercício de Quirino.
Vamos verificar e tirar algumas conclusões:

- Há evidências de que, quando Quirino assumiu o governo da Síria em 6 d.C, era a segunda vez que servia Império. A primeira terá sido entre 12 e 6 a.C., quando comandou uma expedição contra uma tribo da Ásia Menor.
Segundo Josefo, os bons resultados militares davam confiança ao governo imperial que, normalmente, retribuía com cargos e/ou missões importantes. Uma vez que o rol de governadores tem um lapso precisamente na altura do nascimento, tudo leva a crer que Quirino pode ter assumido o cargo interinamente durante a falha de um governador e como atenção do imperador.
 
- Além disso, Actos 5:37 (autoria de Lucas) refere um recenseamento (também documentado pelo historiador Josefo) que terá ocorrido entre 6 e 7 d.C., o que confere com os registos de exercício de Quirino. Portanto, se atendermos ao facto de Lucas referir que, quando Jesus nasceu, era o primeiro alistamento sob a presidência de Quirino, é fácil deduzir que, quando Lucas escreveu o Evangelho (entre 64 e 70 d.C.), estava consciente de que o recenseamento de Actos era o segundo com a presidência de Quirino.
 
- Por fim, sabemos por escritos antigos que os romanos realizavam a contagem de 14 em 14 anos, ficando explicado este período – o primeiro recenseamento a 6 ou 7 a.C. e o segundo a 6 ou 7 d.C. Certamente, devido à eficiência com que Quirino executou o primeiro censo, César Augusto deu-lhe o cargo de embaixador e responsável pelo segundo recenseamento.
 
“O povo que andava em trevas viu grande luz e, aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a Luz.” – Isaías 40:3

domingo, 24 de novembro de 2013

Chegou o Natal

E, de repente, ficou frio, e chuva, e vento…, mas o melhor de tudo é que também chegou a proximidade do Natal.

Nenhum outro aniversário, em tempo algum, foi tão festejado como o de Cristo; até mesmo por quem não conhece O aniversariante ou por quem não vai à festa.
Falta um mês para a data tradicional, mas já há iluminações e enfeites, o comércio já está focado na época e, o mais gratificante, os crentes já começaram a preparar a celebração.

Não podia haver salvação através da morte e ressurreição de Cristo se Ele não tivesse nascido homem. Daí a importância e significado desta comemoração.
E, para cumprirmos a missão evangélica, devemos:
Anunciar que o Salvador chegou;
Comunicar que Ele quer nascer no coração dos homens;
Louvá-Lo com as nossas vidas e com música e canto.
 
“Exultai, ó justos, ao Senhor! Aos rectos fica bem louvá-Lo.
Celebrai ao Senhor com harpa;
louvai-O com cânticos de saltério de dez cordas.
Entoai-Lhe uma nova canção; tocai com arte e com júbilo.”
Salmo 33:1-3
 
 
 
“A minha alma engrandece ao Senhor;
e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador!”
Lucas 1:46-47

sábado, 22 de dezembro de 2012

Nasceu o Salvador


sábado, 15 de dezembro de 2012

Reflexão de Natal



Talvez um pouco menos que nos outros anos,

mas, aqui e ali, já se ouvem músicas de Natal,
algumas ruas enfeitaram-se de luzes,
armaram-se presépios,
as montras ficaram mais apelativas
e nas lojas abundam as guloseimas da época.

E, como esta é uma quadra que favorece as emoções,

recordam-se acontecimentos felizes, sorrisos,
pessoas queridas, momentos impares,
lágrimas, desencontros;
contabilizam-se os sonhos realizados,
e os abraços perdidos e as ideias praticadas.

Tudo tem lugar, quando não se esquece o essencial,

JESUS, o real e alegre motivo do Natal,
para que haja vida, sabedoria, amor,
humildade e muita paz;
para aquietar a escuridão, trazer luz
e fazer Jesus renascer no nosso coração.

Então, muito mais que nos outros anos,
podemos dizer:

domingo, 9 de dezembro de 2012

Enfeites de Natal


O Natal já aí está. As ruas estão decoradas e nas grandes cidades já se fez a contagem decrescente e se deu início à iluminação de Natal (este ano foi o meu neto que acendeu as luzes de Lisboa). Nas casas já se construíram presépios e enfeitaram os pinheiros. As famílias vão combinando os preparativos da consoada. As igrejas preparam cantatas e outros programas especiais.
Está a enfeitar-se a época!




Este ano, além da árvore tradicional, construí uma para decorar a porta da sala, o presépio ainda é o mesmo, mas o centro de mesa da casa-de-jantar é sempre diferente e sempre de fabrico próprio.
Eu gosto do Natal e do espírito festivo que ele imprime. Para mim, é mesmo a celebração do nascimento de Jesus, o Emanuel.



Deus connosco!

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” – Isaías 9:6

MARAVILHOSO – Ele pode todas as coisas e o seu amor é inexcedível por isso é Salvador.
CONSELHEIRO – Ele é a verdade e os seus conselhos são sábios.
DEUS FORTE – Ele venceu o mundo e um dia voltará para levar os que são seus e julgar as nações.
PAI DA ETERNIDADE – Ele é consubstancial com o Pai, é o princípio e o fim e a salvação que nos conferiu nunca terá fim.
PRINCIPE DA PAZ – Ele oferece e governa a paz íntima e o bem-estar espiritual.

Eu gosto do Natal, gosto especialmente de enfeitar o coração com esse Jesus apresentado por Isaías, e de enfeitar a casa, e de dar prendas, e de fazer da época uma festa, e de mimar os outros.


Por isso, à falta de poder fazê-lo de outra forma, aproveito este espaço para desejar que tenham neste Natal: o incomparável brilho de Jesus, o alegre sorriso que o amor produz, a bênção da salvação e o silêncio da paz interior.



Já agora, não deixem de louvar o Salvador e ofereçam presentes… sejam criativos, a oferta de uma palavra ou de um gesto de carinho, pode ser o melhor presente de Natal.

Shalom!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Dia de Natal

É tempo de celebração pelo nascimento do Messias.
Que os nossos festejos possam representar louvor e culto ao Deus da nossa salvação.

“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos
a sua glória, como a glória do unigénito do Pai,
cheio de graça e de verdade.” – João 1: 14

A propósito do tema, deixo aqui uma excelente curta-metragem de animação.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Eu Gosto do Natal!

Desde a história verídica, aos preparativos para a celebração, passando por tudo quanto inventamos para tornar esta quadra mais família e sedutora, eu gosto do Natal!

A figura do Pai Natal é uma das mais carinhosas recordações da minha infância.
Naquela altura ainda não havia essa falta de gosto dos bonecos insufláveis enforcados nas varandas e esquecidos durante um mês ou mais. Também não tropeçávamos nele(s) em tudo quanto era estabelecimento. E, acima de tudo, não se apresentava desmazelado, nem antipático.
Não, o Pai Natal era um velho bonacheirão, risonho, sempre de bem com a vida…, era mágico!
Esta era a única época do ano em que eu e as minhas irmãs recebíamos prendas e guloseimas. Os pais e a Escola Dominical, sempre tinham um mimo e, algumas vezes, também outras pessoas.

A época era entusiasmante. Fazíamos uma árvore, com pinheiro a sério, onde pendurávamos anjos de barro, bolas de vidro, pedaços de algodão e velas.
Depois, na noite de consoada, antes de irmos para a cama, deixávamos um sapato junto à chaminé por onde o amoroso velho iria passar; e, no dia de Natal, logo pela manhã, era uma alegria indescritível o acto da descoberta daquilo que ele nos tinha trazido.
Nesse dia a mesa tinha mais iguarias, vestíamos roupa e sapatos novos e íamos à casa de oração fazer a festa da Escola Dominical - cantar, dizer poesias, fazer alguma peça, ouvir a história do nascimento do Salvador e receber prendas.

No Natal dos meus 9 anos, as minhas irmãs, uma com 15 e outra com 13 e meio, já não tinham as ilusões e  ingenuidade com que a idade me distinguia. Não me recordo bem com que palavras, mas a irmã do meio lá me desvendou o segredo...; afinal, o Pai Natal era o pai e a mãe e as prendas estavam escondidas algures na casa.
Depois, foi só descobrirmos os embrulhos. Eu não resisti à ansiedade, abri uma ponta do que dizia “Mimi”, sem, obviamente, ter conseguido disfarçar o delito.
Fiquei num misto de alegria (por saber que era um livro), de tristeza (por não haver Pai Natal), e de medo (por ir ser descoberta). E, sim, além de ter perdido a magia, ouvi um ralhete daqueles, quase arriscando não receber a prenda.

Não obstante, ei-lo!
Guardo-o até hoje. “O Peregrino”, um livro fantástico onde Bunyan relata a caminhada de Cristão, um peregrino espiritualmente abatido que viaja rumo à Cidade Celestial, sendo confrontado com diversos desafios durante a jornada.


“Quão preciosa é, ó Deus, a tua benignidade, pelo que os filhos dos homens se abrigam à sombra das tuas asas.”
Salmos 36: 7
“Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo,
regozijai-vos.” – Filipenses 4: 4

Nota: Já sou avó!
Tal como fiz com os meus filhos, tento que esta quadra tenha, para os netos, um ambiente de festa e encanto.
Por isso, ajudam a enfeitar a casa, colaboram na preparação dos doces, aprendem cânticos e representação para fazer surpresa nas reuniões da família, abrem as prendas na noite de consoada e sabem que estão a comemorar o nascimento de Jesus… enfim, é uma alegria sentir esta vida!
E, imaginem, acreditam que o Pai Natal existe.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Para este Natal...

Desejo:
que sejas livre;
que sonhes; que ames;
que sorrias; que sintas paz…
que ouses ser feliz e voltes a ser criança.

Que a tua família se junte, se abracem e cantem;
que seja tempo de louvares o Messias e creres em Deus.
Que contagies todos ao teu redor; que sejas ainda melhor.
Que tenhas força para vencer as dificuldades e recomeçar.
Que recebas presentes; lembres o passado com carinho
e sintas esperança no futuro.
Desejo, sobre tudo,
que acolhas Jesus
dentro do teu coração.


“Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens.” - Lucas 2: 14

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Advento

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” – João 3:16

Esta é a dimensão histórica da salvação; o verdadeiro motivo pelo qual Jesus se tornou humano e viveu entre nós.


Neste advento, quando preparamos a celebração da primeira vinda de Jesus (o nascimento), alegremo-nos com a expectativa da segunda vinda.
Que este seja, também, tempo de serviço. Todos os crentes são chamados a compartilhar o amor de Cristo e a convidar outras pessoas para o dom gratuito da salvação.
Então, Jesus há-de nascer no coração daqueles que O aceitarem!


“People Need the Lord” é um dos meus hinos favoritos. Ele fala das pessoas perdidas e vazias, porque não têm Deus nas suas vidas; fala também do dever de partilharmos a Palavra da Vida aos perdidos, mostrando que Jesus é a porta da salvação.
As pessoas precisam de Deus!

Aqui fica o hino, na bonita voz de Steve Green (cantor evangélico).



A Associação Evangelística Billy Graham traz a Portugal um projecto televisivo de evangelização, já com muito bons resultados noutros países.
Esta é uma oportunidade fantástica para levarmos amigos, vizinhos, colegas e familiares descrentes a ouvir a Palavra de Deus.
Vamos contribuir com oração, assistência espiritual e testemunho, para que esta campanha possa dar frutos.

RTP2 - dias 6, 7 e 9 de Dezembro, das 18.30h e às 19h

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Noite Santa



“Ora, havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho.
E eis que o anjo do Senhor veio sobre eles, e a glória do Senhor os cercou de resplendor, e tiveram grande temor.
E o anjo lhes disse: Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo. Pois, na cidade de David, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” - Lucas 2: 8-11

sábado, 18 de dezembro de 2010

O Verbo

João 1: 1-5, 9-14
Este é, para mim, o mais belo relato bíblico acerca do nascimento de Cristo


“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Ele estava no princípio com Deus.
Todas as coisas foram feitas por Ele, e sem Ele nada do que foi feito se fez.
N’Ele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.
E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.

Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.
Estava no mundo, e o mundo foi feito por Ele, e o mundo não O conheceu.
Veio para o que era seu, e os seus não O receberam.
Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade.”

sábado, 11 de dezembro de 2010

Natal sem Palavras

Aparentemente está quase tudo dito acerca do Natal. Hoje em dia, seja para protestar acerca do custo de vida, seja para enfatizar as festas, não há editorial, programa ou entrevista onde não se comente o Natal das crianças, da família, das prendas, das férias e da culinária.
Uma ou outra vez, há quem refira que a data comemora o nascimento do Filho de Deus.
E depois, há coisas que não se dizem e que muitos querem ignorar...
“Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.” – Lucas 2: 14

sábado, 4 de dezembro de 2010

O Presépio

As minhas crianças, que sabem acerca do Natal o suficiente para os seus quatro anos, passam o tempo à volta do presépio.
E, lá vão fazendo as suas perguntas: “O Jesus tinha frio?”; “A ovelhinha era do Jesus?”; “Porque é que a casa deles não tinha paredes?”; “Ó avó, a roupa do Jesus era de palha?”


Bom, o que eles ainda não podem entender é o exemplo de um homem e uma mulher extraordinários que para muita gente não são mais que meras figuras de presépio, mas sem os quais não haveria Natal – Maria e José.

Lucas 1: 26-38 – Maria sabe que vai ser mãe

O relato diz que ela ficou perturbada com a visita do anjo e a mensagem que ele trouxe.
Claro, Maria era virgem, nunca tivera relacionamento físico e, como se não bastasse, era desposada (promessa inviolável de compromisso, feita antes do casal coabitar). Tudo obstáculos para poder ser mãe…
Mas ela não recusou a ideia, com imensas dúvidas que a deixavam confusa, simplesmente questionou: como?
Depois, quando ficou a saber que era obra do poder de Deus, aceitou o arriscado privilégio sem temer as consequências que, em condições normais, a levariam a ser punida pela lei (Deuteronómio 22: 23-24).

“Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor;
cumpra-se em mim segundo a tua palavra...” – v. 38

Oh mulheres, mas que grande lição. Nós que vivemos numa sociedade de certezas e independência, que dispomos de recursos artificiais para concebermos, que temos ao dispor os mais variados métodos e meios para evitar os filhos, se fossemos confrontadas com uma situação igual à de Maria entrávamos em pânico. Talvez negássemos conhecer o Deus que nos fazia passar por tamanha vergonha e, se não houvesse uma saída minimamente credível para os outros, arranjávamos uma depressão.

Maria é um exemplo de serviço e lança-nos um desafio – que aceitemos a vontade de Deus, disponibilizando-nos para desempenhar qualquer trabalho, sem sentimentos de retracção ou de temor.

Mateus 1: 18-25 – José sabe que Maria vai ser mãe

José quando soube da gravidez de Maria ficou perplexo. Como não ficar? De certo, pensou que ela quebrara o compromisso que tinham.
Mas ele era um homem bom que, com certeza, mantinha uma boa relação com Deus e respeitava Maria. Só isso o podia levar a não querer difamá-la, nem condenar; não obstante, também não podia aceitar essa situação indigna por isso, após o impacto da notícia, pensou deixá-la sem dizer nada a ninguém.
Contudo, Deus revelou-lhe o seu propósito, incentivando-o a ultrapassar os preconceitos e as dúvidas.
E assim, José não só recebeu Maria como esposa (em sua casa), como respeitou aquela concepção tão especial e a preservou de ter relações até o bebé nascer.

“E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogénito;
e pôs-lhe por nome Jesus.” – v. 25

Homens, a conversa agora é com vocês. O que fariam nestas circunstâncias? Deixem-me imaginar a dificuldade. Tudo o que possa lesar a vossa “masculinidade” e honra é tão adverso que o caminho mais fácil seria a limpeza da imagem com a incriminação da mulher.
Talvez fizessem com que ela fosse mal falada, talvez num ataque passional a matassem e, o mais provável, negariam o amor e justiça de Deus por não ter pudor em vos fazer passar pelo enxovalho da traição.

José é um exemplo de disponibilidade e lança um apelo - que deixemos Deus nos usar, quando e nas circunstâncias que Ele quiser, independentemente das nossas próprias dúvidas ou razões.

Na verdade, este é o Natal de Cristo a acontecer no coração dos homens, a transformar mentalidades e a permitir abandonarmos a nossa vida ao controlo divino!

domingo, 28 de novembro de 2010

A Árvore de Natal



Já se deu início à época em que, tradicionalmente, se comemora o Natal de Cristo.

Ontem fizemos a decoração da árvore. As crianças estavam entusiasmadas por poderem participar neste delicado trabalho. Depois, foi a cor, as luzes, o brilho, os risos encantadores, as perguntas, enfim, magia...


Quisera Senhor, neste Natal, armar uma árvore
dentro do meu coração e nela pendurar em vez de
presentes, os nomes de todos os meus amigos.
Os amigos de longe e de perto; os antigos e
os mais recentes; os que vejo a cada dia e os
que raramente encontro; os sempre lembrados
e os que às vezes ficam esquecidos;
os constantes e os intermitentes; os
das horas difíceis e os das horas alegres;
os que sem querer eu magoei, ou,
sem querer me magoaram; aqueles a quem
conheço profundamente e aqueles que não me
são conhecidos, a não ser nas aparências; os que
pouco me devem e aqueles a quem muito devo; meus
amigos humildes e meus amigos importantes. Os nomes
de todos os que já passaram pela minha vida.

Uma árvore
de muitas raízes muito profundas para que seus nomes nunca
mais sejam arrancados do meu coração. De ramos muito extensos,
para que novos nomes vindos de todas as partes, venham
juntar-se aos existentes. De sombras muito agradáveis
para que nossa amizade, seja um aumento de repouso nas lutas
da vida.

(Autor desconhecido)

Desejo a todos que esta época seja repleta de bênçãos de amor e paz!