"PORQUE EU SEI QUE O MEU REDENTOR VIVE"


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sábado, 21 de setembro de 2013

Vou Conhecer-te!

Samuel: Avó quando eu tiver 50 anos tu és muito velhinha?
Eu: Oh filho, nessa altura a avó já morreu.
Samuel: E quando eu morrer vou ver-te no céu?
Eu: Com certeza!
Samuel: E tu vais conhecer-me ou tens alzheimer?
Eu: Claro que vou conhecer-te, no céu não há doenças.

Este diálogo deu-se há um ano atrás. Uma ou duas semanas antes, a propósito de uma anciã da nossa igreja, tinha falado aos meus netos sobre os efeitos da doença de Alzheimer.
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Pessoa com Doença de Alzheimer, por isso me lembrei de rebuscar as minhas notas e trazer aqui esta conversa de avó e neto.

A doença de Alzheimer é um mal degenerativo do cérebro que produz atrofia progressiva, com perda de memória, raciocínio e pensamento e desorientação espacial e temporal.
Em Portugal esta doença atinge cerca de 90.000 pessoas, muitas delas carentes de compreensão; mas também muitas rodeadas de cuidados e amor.

Contudo, seja qual for o tipo de contrariedade que nos ataque, a eternidade não conhece doença, nem sofrimento.
Eu não gostava de perder as minhas faculdades cognitivas, nem a mobilidade, nem a independência, mas isto é a vontade humana a falar porque sei que estou sujeita a todas as vicissitudes relativas a este mundo.
E, no pensamento espiritual, tenho a certeza que, os resgatados por Cristo, irão viver na glória do Pai onde as circunstâncias são completamente transformadas; o padecimento termina e a felicidade é eterna.

“Mudaste o meu pranto em dança,
a minha veste de lamento em veste de alegria.”
– Salmo 30:11
 
“Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima e a morte já não existirá, não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.” – Apocalipse 21:4

Sim, vou ver e reconhecer o meu netinho e todos aqueles que amo!

domingo, 14 de julho de 2013

Desconhecer o Evidente ou Aceitar o Desconhecido?

Por favor leiam este texto completamente.




No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. Um deles desencadeou um diálogo, perguntando ao outro:





- Acreditas na vida após o nascimento?
- Certamente; algo tem de haver após o nascimento! Talvez estejamos aqui principalmente porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.
- Tolice, não há vida após o nascimento! Se isso fosse verdade, como seria essa vida?
- Eu não sei bem, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível e... comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Eu digo somente uma coisa: A vida após o nascimento está excluída, o cordão umbilical é muito curto.
- Certamente há algo. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.
- Mas ninguém nunca voltou de lá, depois do nascimento. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.
- Bem, não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.
- Mamã? Acreditas na mamã? E onde é que ela supostamente está?
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela nada existiria.
- Eu não acredito! Eu nunca vi nenhuma mamã; por isso, é claro que não existe nenhuma mamã.
- Bem, mas às vezes quando estamos em silêncio tu podes ouvi-la cantar, e também sentes como ela afaga o nosso mundo, verdade? Eu acho que só quando nascermos teremos a vida real e agora apenas estamos a preparar-nos para ela...

(autor desconhecido)


Este texto é baseado numa hipótese, uma vez que não temos acesso às memórias da vida antes do nascimento. Porém, não é difícil imaginar este diálogo, atendendo a que a única compreensão do Universo que o bebé pode ter, nessa situação, é a barriga da mãe.
Qualquer indivíduo achará ridículo colocar a dúvida sobre a vida extra uterina, mas muitos julgam-se sábios por não acreditar na vida após a morte.
Se transferirmos o diálogo aqui ficcionado para a voz real de pessoas que não acreditam na vida quando deixarmos o corpo físico, facilmente compreenderemos que se trata de pura teimosia em desconhecer o evidente ou não querer aceitar o desconhecido.
 
“Porque no Evangelho se revela a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: o justo viverá da fé.
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer nos homens se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças,
antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.” – Romanos 1: 17-22
 

domingo, 7 de outubro de 2012

Você Pergunta, a Bíblia Responde

Há histórias bíblicas que nos ficaram na memória desde que, muito pequenos, as ouvimos na Escola Bíblica Dominical. Quase todas eram sedutoras devido à magia que encerravam: “Daniel na cova dos leões”, o “Milagre da multiplicação dos pães e dos peixes”, a “Travessia do Mar Vermelho”, a “Arca de Noé” e tantas outras, também, a transformação da água em vinho nas Bodas de Caná.


Esta última, é a que trago hoje, não pelo encanto da transformação da água, mas para mostrar através deste episódio da vida de Jesus (João 2:1-11), como a Palavra de Deus dá resposta às perguntas que por vezes fazemos:

Será normal mantermos amizades e vida social?
(V.2) Jesus tinha amigos e, neste caso, foi convidado a participar num acto social que revela intimidade, um casamento, e aceitou.
Sim é normal e melhor se convidarmos Cristo a entrar nos nossos espaços. O cuidado que temos de pôr para um conviva tão especial, permite que tenhamos mais cuidado na escolha da nossa decisão.

Podemos acelerar as respostas às nossas ansiedades?
(V.4) A mãe de Jesus, perante o facto do vinho ter acabado, sabia que podia apelar à obra de Jesus, mas o tempo de Deus não é igual ao nosso.
Devemos aprender a esperar, sem perder a proximidade com o Mestre. Precisamos lembrar que o nosso nível de preocupação é humano, mas a decisão de Deus é espiritual.

Na dúvida, que certezas temos?
(V.5) Maria disse aos criados que fizessem o que Jesus mandasse.
Pode parecer um tiro no escuro, mas devemos ouvir e obedecer à vontade de Deus. Afinal de contas, se Ele é o Senhor das nossas vidas, mesmo quando o caminho não é o que julgamos melhor, devemos ter confiança na sua vontade.

Então, Deus faz tudo o que precisamos?
(V.7) Jesus mandou os serviçais encher os potes com água.
Não, é nosso dever fazer aquilo que podemos. Deus conhece as nossas limitações e sabe o que é razoável ao homem realizar; logo, devemos executar com fé o que for da vontade e mando de Deus.

Os resultados serão sempre satisfatórios?
(V.10) Depois da transformação de água em vinho, o mestre-sala aprovou-o como sendo o melhor, na sua perspectiva até era desfasado para a altura.
Devemos confiar nas respostas de Deus e ter certeza na vitória. Talvez não seja o que queremos, mas são, sem dúvida, as melhores.

Porque será que certos contratempos acontecem na nossa vida?
(V.11) Manifestou-se a glória de Deus e os discípulos confirmaram a sua fé.
Porque é necessário que reconheçamos a soberania de Deus e a nossa dependência; dessa forma, também, fortalecemos a nossa fé e mostramos a gloriosa missão de Cristo na nossa vida espiritual.

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”
II Timóteo 3:16-17